A pergunta “Isotônicos hidratam mais que água?” instiga muitos curiosos. A resposta reside na composição química dessas bebidas, que são ricas em minerais e carboidratos vitais.
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Diferente da água pura, o isotônico possui uma concentração de eletrólitos semelhante ao plasma sanguíneo humano. Essa característica permite que o corpo absorva os líquidos de forma acelerada durante o esforço.
Contudo, essa vantagem tecnológica só se aplica em cenários de alta transpiração e desgaste físico intenso e prolongado.
Como a transpiração afeta o organismo
Durante a transpiração intensa, eletrólitos, que são minerais essenciais, também são perdidos através do suor. A água sozinha não consegue repor esses elementos na mesma velocidade que o corpo os elimina.
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Nesse contexto, o isotônico auxilia fornecendo minerais que contribuem para o equilíbrio hídrico. Além dos sais, a glicose presente na fórmula serve para compensar a energia gasta em esforços físicos hercúleos.
Portanto, a bebida age na hidratação de forma profunda. Ela é ideal para treinamentos por mais de uma hora e com muita transpiração, onde a água mineral simples pode não ser o bastante para o atleta.
Diferenças entre isotônico e soro
É comum confundir a função do isotônico com a do soro de reidratação. Entretanto, as fontes indicam que, em casos de diarreia ou ressaca, os soros são substâncias mais efetivas por suas altas concentrações.
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Enquanto o isotônico é voltado para a performance esportiva, o soro foca na recuperação clínica. Ambos são aliados à reposição de líquidos, mas possuem alvos diferentes dentro do metabolismo humano no dia a dia.
Ainda assim, é necessário ter cautela ao consumir qualquer uma dessas opções sem real necessidade. O corpo humano é uma máquina equilibrada que requer apenas água na maior parte do tempo para funcionar bem.
