Santa Catarina tem um dos mercados imobiliários mais aquecidos do Brasil, seja para morar ou investir. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado conta com mais de 8 milhões de habitantes, e é o segundo que mais registra crescimento populacional do Brasil.

Continua depois da publicidade

Joinville, que é a maior cidade, conta com mais de 600 mil habitantes e um crescimento médio de 10 mil moradores ao ano. De acordo com o índice FipeZAP, cada metro quadrado imobiliário adquirido na cidade tem o preço médio de R$ 7.615, o que supera a valorização de diversas capitais brasileiras. Por ser um polo industrial, a cidade atrai todos os dias moradores de todas as regiões do Brasil, que buscam novas oportunidades de vida e trabalho. 

Para quem busca comprar um imóvel, estudos da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostram que a decisão de compra mudou. O consumidor atual prioriza projetos que buscam oferecer conveniência, segurança e contato direto com a natureza. A qualidade de vida tornou-se o principal ativo para quem busca um novo lar.

É nesse contexto que nasce o Cidade das Águas, um bairro planejado de Joinville que promete redefinir o mercado imobiliário em Santa Catarina. O projeto, concebido por meio de uma parceria entre o Grupo CRH e a Hurbana, ocupa uma área de 250 mil metros, que, durante décadas, abrigou a Sociedade Esportiva Recreativa (SER) Tigre. Todo o empreendimento substitui o formato tradicional de condomínios fechados por um bairro planejado, desenhado para reconectar as pessoas à escala humana da cidade.

Continua depois da publicidade

Cidade das Águas tem como base o novo conceito de urbanismo 

Para que o novo bairro planejado refletisse as necessidades de consumo atuais, o conceito central do empreendimento está ancorado no Novo Urbanismo. Essa corrente arquitetônica global defende a criação de cidades compactas e caminháveis, em estruturas que permitem realizar as atividades diárias em um raio de 15 minutos de caminhada.

A estrutura do empreendimento permite que os moradores morem, trabalhem, estudem e se divirtam dentro do próprio espaço, para reduzir a dependência de carros e otimizar o tempo. Além disso, a ideia é que a estrutura não tenha muros, o que facilita a circulação.

Felipe Hansen, CEO do Grupo CRH, enxerga no empreendimento a continuidade do espírito inovador da família. No espaço, ele garante a preservação do legado de convivência iniciado pelo avô, João Hansen Júnior, que fundou a SER Tigre em 1965. 

— Quando olho para o terreno onde hoje nasce a Cidade das Águas, não vejo apenas um empreendimento imobiliário. Enxergo a materialização de um sonho que começou com uma simples observação das tendências globais em urbanismo. Nosso objetivo é ambicioso: queremos que a Cidade das Águas seja um catalisador de transformação urbana para Joinville — afirma o executivo.

Continua depois da publicidade

Já a Hurbana traz para o empreendimento a expertise da Cidade Criativa Pedra Branca, em Palhoça, bairro planejado que já é referência internacional em urbanismo sustentável. 

Marcelo Gomes, presidente da desenvolvedora, comenta que todo o planejamento foi pensado no pedestre, e destaca que a infraestrutura é apenas o meio para um fim muito maior. 

— O verdadeiro valor reside em promover o bem-estar físico, emocional e social. A visão é criar ambientes que incentivam a convivência, a inovação e o senso de pertencimento — explica.

Cidade aberta: a segurança pelo convívio

Um dos diferenciais mais marcantes do bairro é a ausência de muros. Em um país historicamente marcado pela segregação espacial e por altas cercas, a Cidade das Águas aposta no conceito de “olhos da rua”, tese consagrada pela ativista norte-americana Jane Jacobs e chancelada pelo arquiteto dinamarquês Jan Gehl,  referência global no assunto e consultor internacional do projeto joinvilense.

Continua depois da publicidade

A premissa é que o empreendimento tenha ruas com movimento constante de pessoas, o que já garante um aumento da segurança. Para garantir essa vitalidade, o masterplan assinado pelo urbanista Maximo Rumis exige que todos os edifícios possuam fachadas ativas. Os pavimentos térreos dos edifícios no bairro são obrigatoriamente destinados a food halls, lojas, academias e serviços, para criar uma transição contínua entre os espaços públicos e privados.

Adalberto Santos, CEO da Sigmacon e responsável pelo Plano Diretor de Segurança do bairro, atesta que a vitalização dos espaços abertos diminui drasticamente a oportunidade para ações delituosas.

Aliada ao fator humano, a tecnologia atua como pilar de sustentação para fortalecer a segurança de forma discreta e eficiente. O bairro dispõe de uma célula de segurança que opera 24 horas, com câmeras com leitura de placas em todos os acessos, sistemas de vídeo baseados em deep learning para detecção de anomalias de fluxo e tótens interativos de emergência instalados pelas calçadas.

Integração com a natureza em cada espaço 

Para que as pessoas sintam vontade de permanecer nas ruas, o ambiente precisa ser acolhedor. Como uma forma de vencer esse desafio, o empreendimento contou com  uma metodologia de planejamento imersivo e colaborativo que reuniu dezenas de especialistas, arquitetos e a própria comunidade. Juntos, eles definiram um urbanismo focado em bem-estar, com passeios amplos de 11 metros de largura de cada lado, pavimentados em basalto para garantir acessibilidade plena. 

Continua depois da publicidade

Além disso, toda a infraestrutura de fiação elétrica, telecomunicações e gás é subterrânea, o que elimina a poluição visual. Todo o espaço é arborizado com espécies adultas, como  Jacarandás e Sibipirunas, o que proporciona conforto térmico e contato à natureza. 

O grande protagonista do bem-estar, contudo, é o Parque Cidade das Águas. Esse projeto foi pensado pelo paisagista Jordi Castan, que aproveitou a topografia original do terreno de 13 mil metros quadrados para absorver o denso bosque nativo da antiga estrutura. Ao longo do projeto, foram inseridas cascatas, espelhos d’água e trilhas sensoriais.

Nas praças, o lúdico ganha espaço, já que a arquiteta e urbanista Juliana Castro inseriu balanços pendentes pelas áreas de convivência, para provocar a memória afetiva dos moradores. Esse resgate do brincar tem impacto direto na Felicidade Interna Bruta (FIB), um indicador adotado internacionalmente e chancelado pela ONU que mede o progresso social para além do Produto Interno Bruto (PIB). 

Impacto econômico e o epicentro cultural

O ecossistema urbano vibrante do empreendimento já tem atraído investimentos de alto impacto. Na área do ensino, a Cidade das Águas se prepara para receber uma unidade do tradicional Colégio BONJA. Na vertente artística, Joinville ganhará a nova sede do Musicarium Academia Filarmônica Brasileira, que vai ocupar um complexo de 25 mil metros quadrados cedido no coração do bairro. O espaço contemplará uma escola de música de excelência e um imponente Concert Hall,  para 800 espectadores.

Continua depois da publicidade

Esse projeto possui cenotecnia da estadunidense Theatre DNA e design acústico da Nagata Acoustics, aclamada empresa japonesa responsável pelas salas da Philharmonie de Paris e do Walt Disney Concert Hall em Los Angeles. As apresentações no espaço poderão, ainda, ser projetadas com áudio e vídeo de alta definição na área externa do prédio, para transformar a praça em uma plateia aberta para a comunidade.

Além disso, a solidez do projeto já movimentou o mercado da construção civil. Incorporadoras consagradas de Santa Catarina, como Halsten e H. Marcato, já assinam os primeiros edifícios residenciais do empreendimento . Joel Zonta, CEO da Halsten, prevê que a entrega do bairro causará um autêntico “choque de urbanismo” capaz de reverberar em novos empreendimentos por todo o estado. 

— Acreditamos que a Cidade das Águas vai resgatar a essência do que há de melhor em Joinville e trará lazer e mais qualidade de vida — comenta Luís Marcato, presidente da H. Marcato, que classifica o projeto como um marco divisor para a arquitetura local.

Um novo capítulo para Joinville

A Cidade das Águas é o maior projeto de desenvolvimento urbano já realizado em Joinville e um dos mais relevantes de Santa Catarina. Agora, ele promete ser referência para que outros empreendimentos similares também sejam instalados no estado. 

Continua depois da publicidade

— Este é um novo capítulo na história de Joinville, escrito com um propósito claro: criar uma cidade mais humana, conectada e sustentável para as futuras gerações — diz Felipe Hansen.

O primeiro trecho já está aberto e pode ser visitado na rua Gothard Kaesemodel, no bairro Anita Garibaldi. A praça, o restaurante Casa Miti, cervejaria Beer Vai, a confeitaria Doce Encanto e a Galeria Cidade das Águas funcionam e entregam uma amostra do que Joinville vai ganhar.

Para conhecer todo o empreendimento, acesse o site da Cidade das Águas.