Jorginho Mello garante vitória em 94% das cidades catarinenses; veja votação por município

Governador eleito conquistou 280 prefeituras na disputa de domingo (30)

Compartilhe:

Jorginho e Décio disputaram o segundo turno em Santa Catarina (Foto: Tiago Ghizoni/Diário Catarinense)

O governador eleito por Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), cresceu durante o segundo turno das eleições e garantiu a vitória em 280 municípios catarinenses no domingo (30). O número representa 94,95% das cidades catarinenses. 

Continua após a publicidade

Receba notícias de Santa Catarina pelo WhatsApp

O candidato liberal teve um crescimento de 45% em relação ao primeiro turno, quando tinha conquistado 193 municípios. Neste domingo (30), a cidade que deu a maior votação para Jorginho foi Rio Fortuna, no Sul catarinense, com 86,29% dos votos do eleitorado. 

Continua após a publicidade

Em contrapartida, o adversário de Jorginho nas urnas, Décio Lima (PT), ganhou em 15 cidades catarinenses. O número é 61% menor que no primeiro turno, quando o petista garantiu a vitória 39 cidades. Os municípios estão concentrados no Oeste, Meio-Oeste e Serra de Santa Catarina. 

Em site especial, confira tudo sobre as Eleições 2022

Além disso, em seis cidades onde Lula (PT) venceu na disputa para presidência, Décio, que é do mesmo partido, perdeu para Jorginho Mello. São elas: Águas de Chapecó, Palma Sola, Paial, São Miguel da Boa Vista, Monte Carlo e Irati. 

No entanto, não houve cidades em que Décio ganhou e que, em nível federal, a vitória foi de Jair Bolsonaro (PL).

Continua após a publicidade

Por fim, em todos os dez maiores colégios eleitorais, Jorginho Mello foi o que recebeu a maior quantidade de votos, sendo que a porcentagem mais expressiva foi registrada em Jaraguá do Sul, no Norte do Estado, com 78,42%. 

 Leia também: 

Santa Catarina é o estado com mais bloqueios nas rodovias federais, diz PRF

Continua após a publicidade

Bolsonaristas bloqueiam acesso ao Aeroporto de Guarulhos

Aliados sugerem a Bolsonaro discurso em que reconheça derrota e aponte “injustiças”