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Violência

Laudo revela brutalidade com que menina de 11 anos foi assassinada em Timbó

Delegado afirma que a mãe confessou ter batido na filha até a morte; a mulher está presa

18/04/2022 - 07h15 - Atualizada em: 18/04/2022 - 19h51

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Talita
Por Talita Catie
Caroline
Por Caroline Borges
Luna Nathielli Bonett Gonçalves tinha apenas 11 anos
Luna Nathielli Bonett Gonçalves tinha apenas 11 anos
(Foto: )

O atestado de óbito de Luna Nathielli Bonett Gonçalves, 11 anos, mostra a brutalidade com que a adolescente foi assassinada. Conforme o laudo, a garota sofreu politraumatismo. Ela tinha lesões internas no crânio, baço, pulmão, intestino, uma laceração na vagina e também estava com o rosto machucado.

As informações são do g1 SC

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O crime bárbaro ocorreu na última quinta-feira (14) em Timbó, no Médio Vale do Itajaí. De acordo com a Polícia Civil, a mãe confessou ter matado a própria filha com socos e chutes como forma de represália, já que não aceitava que a filha havia se tornado "sexualmente ativa". A mulher está presa preventivamente desde sábado (16). 

O padrasto de Luna também está detido. 

A Polícia Civil investiga agora se a garota foi vítima de crime contra a dignidade sexual e qual teria sido a participação do homem no crime. Durante o interrogatório, ele ficou em silêncio. A Polícia Militar informou que o padrasto tem passagens criminais por violência doméstica, dano, lesão corporal, estelionato e posse de drogas.

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Relembre o caso

A menina foi encontrada morta na madrugada de quinta. O casal foi levado à delegacia e negou o crime. Eles disseram que a menina havia caído de uma escada ao tentar pegar um gato e que seguiu realizando as atividades normalmente após o acidente, até a hora de dormir. Mais tarde, teria passado mal e chamaram os bombeiros.

A mãe e o padrasto foram liberados pela polícia, mas no dia seguinte acabaram intimados novamente e a mulher confessou o assassinato. Os dois foram presos. 

Alegou que o motivo seria que a menina tinha um relacionamento afetivo, em que ela teria se tornado sexualmente ativa, o que a mãe não aceitou e por isso agrediu a menina como forma de represália, informou a Polícia Civil.

A perícia feita na casa onde o crime ocorreu encontrou marcas de sangue nas proximidades do quarto da criança, no sofá, em uma toalha, fronha e em uma calça masculina.

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