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    Legados da pandemia: veja as tendências que devem pautar o mercado nos próximos anos

    Em meio ao cenário de pandemia, inúmeras tendências de comportamento e consumo surgiram ou se fortaleceram; e muitas delas devem permanecer em 2021

    26/11/2020 - 09h34 - Atualizada em: 03/12/2020 - 16h54

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    Por Estúdio NSC
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    Os avanços tecnológicos das últimas décadas fizeram com que nos acostumássemos com mudanças constantes e com a velocidade dos acontecimentos. Mas isso não impediu que fôssemos surpreendidos com a avalanche de novidades repentinas, surgidas em função da pandemia do novo coronavírus.

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    Podemos dizer que o ano tem sido uma espécie de catalisador de transformações. Em menor ou maior grau, todos nós alteramos de alguma forma a rotina, o trabalho, as relações e os hábitos de consumo, deixando para trás atitudes ultrapassadas e redescobrindo ou adquirindo novas preferências.

    Em meio à restrição de circulação nas cidades, isolamento social e home office, as empresas precisaram alterar processos e criar estratégias de atendimento e vendas para vencer as instabilidades do período. Assim como na evolução das espécies, 2020 veio mostrar que não basta ter uma marca forte, é preciso estar atento às mudanças e ter capacidade de se adaptar.

    Em meio a esse cenário, inúmeras tendências de comportamento e consumo surgiram ou se fortaleceram. Muitas delas devem permanecer em 2021 e se tornarem ainda mais determinantes para os negócios nos próximos anos. Confira o que a pandemia deve deixar de legado e o que também é tendência para os próximos anos.

    Revisão dos valores pessoais e corporativos

    O chefe da unidade de pesquisa comportamental da Trinity College, de Dublin (Irlanda), Pete Lunn, em entrevista ao Newsday, afirmou que crises como a causada pela Covid-19 fazem com que as pessoas passem a cooperar mais umas com as outras, e isso se reflete tanto em equipes de trabalho quanto na vida em comunidade.

    Nesse cenário, a empatia tem ganhado espaço onde antes havia concorrência. E isso reflete rapidamente no consumo.

    As marcas já atentaram para essa mudança e têm preferido contar histórias reais para venderem seus produtos. Somente em março de 2020, mais de 40% dos usuários do Instagram e mais de 34% dos usuários do Facebook assistiram a histórias de outras pessoas divulgadas por perfis de empresas. Acrescentar cases na estratégia de marketing aumenta o engajamento e traz mais credibilidade. Mais do que nunca, o momento é de compartilhar histórias e experiências com o público.

    Mais qualidade, menos quantidade

    Receio com relação ao futuro das finanças e preocupações com os danos ambientais causados pelo consumo desenfreado contribuíram para o aumento da cultura de que “menos é mais”.

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    O consumo passou a ser mais seletivo
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    O consumo passou a ser mais pontual e a preferência por comprar um único produto com mais qualidade do que vários de qualidade inferior também é uma tendência. Cada vez mais, as pessoas estão valorizando a experiência durante a compra.

    Reconfiguração das lojas físicas

    No início da pandemia no Ocidente, a Global Web Index realizou uma pesquisa que apontou que 50% das pessoas entrevistadas não pretendiam voltar a frequentar lojas físicas durante um bom tempo. Embora o e-commerce já fosse um modelo bastante comum antes das regras de distanciamento social, as compras por meio digital tiveram um boom durante a pandemia, obrigando as lojas físicas a se readequarem para as pessoas se sintam mais seguras para frequentarem esses espaços.

    E essa readequação vem sendo feita em cafés, restaurantes, clínicas, coworkings e demais espaços.

    Pagamentos sem contato e pagamentos online

    Uma das maneiras de reduzir as chances de contaminação foi a utilização de pagamentos sem contato, via cartão contactless ou on-line.

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    Formas de pagamentos sem contato vieram para ficar
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    A tecnologia atual permite realizar pagamentos de forma segura tanto em relação ao vírus quanto em relação à proteção dos dados do usuário e da transação. Mesmo após o controle do coronavírus, esse modelo de pagamento deverá ser cada vez mais utilizado, graças à conveniência e às facilidades de uso.

    Autoaperfeiçoamento e aprendizado em ambiente virtual

    Além do crescimento do home office, do homeschooling e do e-commerce, outras atividades cotidianas migraram para o mundo virtual: lazer, especializações, exercícios físicas... Hoje, é possível aperfeiçoar inúmeras habilidades utilizando aplicativos e fazendo cursos on-line.

    Há uma forte tendência no crescimento de serviços M2P (Mentor to Protege), no qual o consumidor se conecta virtualmente a um professor/instrutor, para aperfeiçoar habilidades, sejam elas profissionais ou de hobby. Esse serviço se dá por meio de pacotes de videoaulas e materiais desenvolvidos para grupos ou, ainda, por aulas em tempo real, individuais.

    De acordo com uma pesquisa da NZN Intelligence, dos 1,7 mil brasileiros entre em 18 e 34 anos entrevistados, 40% pretendem se matricular em um curso on-line em 2021. Isso diz muito, também, sobre o modo como deverá ser o profissional do futuro: atento às tecnologias, com conhecimento globalizado e capazes de agir, contornando as dificuldades em momentos de crise.

    Valorização de empresas que têm o bem-estar social como propósito

    Autenticidade e alinhamento aos valores sociais sempre foram qualidades importantes na escolha de uma marca, mas em 2020 os clientes passaram a considerar ainda mais a preocupação com o bem-estar social – além dos cuidados com a redução de impacto econômico e ambiental, completando o tripé da sustentabilidade.

    A organização Ernst & Young divulgou uma pesquisa sobre as atitudes dos consumidores pós-pandemia, na qual 1/3 dos entrevistados garantiu que os propósitos das marcas são determinantes em uma compra.

    Empresários, consultores e gestores de todo o mundo acreditam que a pior onda para a indústria, o comércio e o setor de serviços já passou e que agora é hora de realizar os ajustes necessários para responder às novas demandas do público e do mercado e conduzir os negócios com segurança e sem medo de se readaptar sempre que for preciso.

    ​​Confira o que as marcas Top Of Mind fizeram para se manter protagonista em um ano de desafios.

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