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    Mãe de criança morta em Joinville é assassinada no quintal de casa

    Maria Helena da Silva Francisco Neto era mãe da menina Helloyse, que foi morta na semana passada em caso que motivou a prisão do padrasto da criança

    25/12/2019 - 22h30

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    Lucas
    Por Lucas Paraizo
    Laudo do IGP comprovou que a criança não havia se afogado em piscina
    Laudo do IGP comprovou que a criança não havia se afogado em piscina e, com isso, motivou a prisão do padrasto
    (Foto: )

    O caso da criança morta em Joinville na última sexta-feira (20) teve mais uma reviravolta nesta quarta-feira (25). Maria Helena da Silva Francisco Neto, de 20 anos, mãe da menina Helloyse Gabriele Francisco dos Santos, foi assassinada com tiros no quintal da casa em que morava no bairro Ulysses Guimarães.

    A menina Helloyse, de um ano e 11 meses, foi morta por asfixia na última sexta-feira e o padrasto dela, companheiro de Maria Helena, é suspeito pelo crime e está preso em Joinville desde sábado (21). Inicialmente a informação era de que o padrasto teria encontrado a menina afogada em uma piscina, mas o laudo do IML provou que não houve afogamento e constatou marcas de pressão nas vias aéreas da criança. A investigação da polícia também apontou divergências no relato e o padrasto acabou preso.

    Maria Helena, mãe da menina Helloyse, havia negado em depoimento na delegacia que o companheiro teria cometido o crime. A situação faz o delegado Elieser José Bertinotti acreditar que a mulher foi executada nesta quarta-feira:

    — Ela estava no quintal de casa e foi morta com alguns tiros de calibre 380. Não temos informações de autores ou motivação, mas foi uma execução — afirmou o delegado.

    O assassinato de Maria Helena ocorreu na tarde desta quarta-feira e, na sequência, houve um boato de que o companheiro dela, padrasto de Helloyse, também teria morrido no presídio. A informação foi checada e desmentida pelo delegado Bertinotti, que confirmou que o rapaz segue detido.

    Casal tinha ordem judicial para entregar a criança

    O pai biológico de Helloyse iria assumir a guarda da criança no dia seguinte à morte da menina. A mãe e o padrasto tinham uma ordem judicial para entregar a criança no sábado. O pai da menina havia conseguido na Justiça a guarda da filha. Nas redes sociais, ele gravou um vídeo em que relatou a situação e o drama que aconteceu um dia antes de ele assumir a guarda da criança.

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