A mãe do policial civil Eduardo Corrêa Fernandes, de 37 anos, dirigia a BMW em que ele foi encontrado morto e parou para pedir ajuda antes do acionamento dos socorristas. O caso, registrado na manhã de sábado (13), segue sob investigação e aguarda a conclusão de exames periciais para esclarecer a causa da morte.

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Até o momento, não há indícios de morte violenta. A definição da causa do óbito depende de exames complementares realizados pela Polícia Científica. Os comprimidos encontrados dentro do veículo também passaram por perícia, mas o laudo ainda não foi concluído.

Segundo o delegado regional da Polícia Civil de Tubarão, Lucas de Sá Rezende, os exames costumam levar alguns dias para serem concluídos.

— A causa da morte ainda depende de exames complementares. Ainda não temos o laudo pericial dos comprimidos também. Esses exames são realizados pela Polícia Científica e geralmente levam alguns dias para serem concluídos — informou ao NSC Total.

Policial civil estava no banco traseiro de BMW

Eduardo foi encontrado morto dentro de uma BMW 380i na rua Marechal Deodoro, no Centro de Tubarão, por volta das 6h de sábado. Conforme o Corpo de Bombeiros, ele estava no banco traseiro do veículo, inconsciente e sem sinais vitais.

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Os socorristas constataram ainda palidez, rigidez no pescoço, mandíbula e extremidades, além de pupilas dilatadas e não reativas. No interior do carro, foram encontrados comprimidos que foram encaminhados para análise da Polícia Científica. O local foi isolado para o trabalho da Polícia Civil, da Polícia Militar e da Polícia Científica.

A Polícia Civil instaurou investigação para apurar as circunstâncias da morte. Até a conclusão dos laudos periciais, não é possível determinar oficialmente o que provocou o óbito.

Eduardo Corrêa Fernandes atuava na Polícia Civil na comarca de Tubarão. O corpo dele foi velado ainda no sábado, na Capela Carinho, no município.