As faixas do programa Minha Casa, Minha Vida devem ser ampliadas, de acordo com uma proposta do Ministério das Cidades ao grupo técnico do Conselho Curador do FGTS nesta terça-feira (3). Dessa forma, o teto da faixa 4 passará de R$ 12 mil para R$ 13 mil, se a proposta for aprovada. A nova tabela para cada faixa foi baseada no salário mínimo. As informações são do O Globo.
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Os valores devem ser atualizados como uma demanda do setor da construção civil. Entretanto, não foram feitos cálculos, na proposta enviada nesta terça, sobre os impactos no orçamento do Fundo de 2026, aprovado ainda em 2025, com R$ 160,5 bilhões para habitação em 2026 e 2027. A medida será avaliada na próxima semana pelos técnicos de FGTS.
Depois de passar pelo grupo, será a vez do Conselho Curador analisar a proposta, em uma reunião marcada para o final de março. Em 2028, o valor no orçamento reservado para habitação cairá para R$ 155,5 bilhões, com a diminuição nas aplicações do FGTS em títulos públicos, prevista para R$ 22,951 bilhões em 2029.
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Como são as novas faixas do Minha Casa, Minha Vida
Se a proposta for aprovada, as faixas serão ampliada da seguinte forma:
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- Faixa 1: renda passa de R$ 2.850 para R$ 3,2 mil;
- Faixa 2: renda passa de R$ 4,7 mil para R$ 5 mil;
- Faixa 3: renda passa de R$ 8,6 mil para R$ 9,6 mil, com o teto do valor do imóvel passando de R$ 350 mil para R$ 400 mil.
- Faixa 4: renda passa de R$ 12 mil para R$ 13 mil, com o teto do valor do imóvel passando de R$ 500 mil para R$ 600 mil.






