Morreu, na manhã desta quinta-feira (2), Vilson Florêncio, ex-presidente do JEC em Joinville. Responsável pela doação do terreno que deu origem ao Centro de Treinamento (CT) do clube, o ex-mandatário marcou a história do time na década de 90. A causa da morte não foi divulgada.
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A informação da morte foi confirmada pelo próprio clube. Florêncio esteve à frente do JEC entre 1993 e 1998. A década da gestão do ex-mandatário ficou marcada pela construção do CT do time, inaugurado em 1995 no bairro Morro do Meio.
Veja fotos de Vilson Florêncio
Até a publicação desta matéria, não foram divulgadas informações sobre o velório de Florêncio. A causa da morte também não foi informada pela família ou pelo clube joinvilense.
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“Se preocupou com parte patrimonial”
O jornalista Anildo Jorge dos Santos, editor de esportes no jornal A Notícia durante a gestão de Florêncio, destacou a passagem do ex-mandatário ao NSC Total.
— Ele foi o presidente do Joinville que se preocupou com a parte patrimonial. Construiu o CT junto com o Irineu Machado — conta.
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Com o JEC, Florêncio foi vice-campeão estadual em 1996. Anildo também destacou um dos episódios mais emblemáticos vividos naquela gestão.
— Era o presidente quando o JEC desistiu de disputar o jogo final com a Chapecoense por causa do “foguetório” da torcida da Chape no hotel onde estava a delegação em Chapecó — lembra.
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Campo do CT foi doado pelo ex-presidente
O JEC foi o primeiro clube catarinense a construir seu próprio Centro de Treinamento, inaugurado em 1995. Localizado no bairro Morro do Meio, zona oeste da cidade, o terreno onde está instalado o CT foi uma doação do ex-presidente do JEC, Vilson Florêncio.
Além de receber os atletas de base e profissionais para suas atividades diárias de treinamento, o local também recebe jogos oficiais da base e da equipe feminina nos campeonatos que disputam. A estrutura recebe ainda a coordenação de futebol e parte da estrutura administrativa do clube.
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Inicialmente, o espaço possuía dois campos, pequenos alojamentos e uma arquibancada central. Com o passar dos anos, o gramado foi se desgastando e o time profissional passou a dirigir os trabalhos diários em outros campos da cidade.
No fim de 2010, o segundo campo entrou em processo de reformulação, com sistema de drenagem e um tipo de grama mais adequado para a prática do futebol. Assim, o tricolor concentrou seus treinos exclusivamente no CT.
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Em 2011, o local recebeu uma ampliação com um novo prédio contendo academia, sala de fisioterapia, departamento médico, refeitório com 60 lugares, cozinha, salas para diretores, 26 suítes, auditório, sala de TV e sala de jogos. Com o novo ambiente, o clube reestruturou suas categorias de base, criando um projeto consistente de formação de atletas.
*Sob supervisão de Leandro Ferreira





