Luto no futebol
Clube lamentou o falecimento de dirigente e pediu aos torcedores que se usam em orações por família e amigos dele
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O presidente da Chapecoense, Paulo Magro, morreu nesta quarta-feira (30), aos 59 anos, por complicações do coronavírus. Ele estava hospitalizado em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, desde o dia 18 de dezembro. A informação foi confirmada em nota divulgada pelo clube, que também suspendeu todas as atividades previstas para a quinta-feira (31).
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No texto, o clube trata com "incredulidade" a "perda irreparável" de "um dos grandes responsáveis pela retomada da Chapecoense, dentro e fora de campo" e pede aos torcedores união em orações pelos familiares e amigos do presidente.
Paulo Magro tinha assumido a presidência do time em agosto de 2019, quando o ex-presidente, Plinio David de Nes Filho, o Maninho, anunciou o afastamento, e teve o mandato da diretoria prorrogado por mais um ano em agosto deste ano.
A Chapecoense é líder da Série B do Campeonato Brasileiro, com 62 pontos, e está perto do retorno à elite do futebol nacional. Na segunda-feira (28), o time catarinense venceu o Paraná, na Arena Condá, por 2 a 0.
Um cortejo ao dirigente Paulo Magro foi marcada para às 14h20min desta quinta-feira (31), com saída na Arena Condá. A Chapecoense convocou os torcedores para prestar a homenagem, com seus veículos, e tomando todos os cuidados de proteção contra o coronavírus.
O sepultamento está previsto para às 15h, no Cemitério Jardim do Éden, em Chapecó, mas será restrito aos familiares. Devido à Covid-19, não haverá velório.
O prefeito eleito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), lamentou a perda de Paulo Magro. Através de nota, Rodrigues afirmou que a notícia é "muito triste para a comunidade chapecoense, que perde uma liderança e um pai de família".
O prefeito eleito ainda salientou, em nota, que Magro foi "muito importante na condução da equipe que saiu de um rebaixamento para o título catarinense e um retorno praticamente certo para a Série A do Campeonato Brasileiro".
Extremamente consternados e com os nossos corações tomados pela tristeza e incredulidade, comunicamos o falecimento do presidente da Associação Chapecoense de Futebol, Paulo Ricardo Magro, ocorrido nesta quarta-feira (30).
Paulo tinha 57 anos e foi um dos grandes responsáveis pela retomada da Chapecoense, dentro e fora de campo. Com a sua coragem, idoneidade e sabedoria, ele permitiu que o time alviverde voltasse a trilhar um caminho vitorioso, pavimentado pela dignidade e pelo trabalho - valores tantas vezes pregados pelo nosso querido presidente.
Diante da perda irreparável, o sentimento é de tristeza, mas, acima de tudo, de gratidão ao homem que entrou para a nossa história e nela se eternizou ao, novamente, reconstrui-la.
Neste momento de profunda dor, pedimos que os torcedores se unam em orações pela família e pelos amigos. Que a força que tantas vezes deram ao nosso clube nunca os falte.
O presidente da Chapecoense, Paulo Magro, morreu nesta quarta-feira (30), aos 59 anos, por complicações do coronavírus. Ele estava hospitalizado em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, desde o dia 18 de dezembro. A informação foi confirmada em nota divulgada pelo clube, que também suspendeu todas as atividades previstas para a quinta-feira (31).
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