O caso da morte de uma bebê de 10 meses que morreu em Fortaleza, no Ceará, no início desta semana, é investigado como suspeita de violência sexual. Os suspeitos são dois primos, de 22 e 26 anos, em que um deles mantinha um relacionamento casual com a mãe da menina. A morte da criança causou comoção e revolta nas redes sociais.
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No Ceará, foram registrados 1.440 estupros de vulnerável contra mulheres no Ceará em 2024, de acordo com o último Anuário de Segurança Pública, com uma taxa de 30,3 a cada 100 mil habitantes.
Onde o crime teria acontecido?
Conforme informações do g1, o caso foi registrado na madrugada de segunda-feira (13), em um apartamento no bairro Dionísio Torres.
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Quem são os suspeitos?
Um dos suspeitos no caso da morte da menina de 10 meses é Francisco Ray Rodrigues Magalhães, que seria “ficante” da mãe da bebê.
O outro suspeito é Roberto Levy Oliveira, primo de Francisco, que, segundo o g1, teria sido encontrado com o corpo em cima da bebê.
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Mãe da criança acreditou que a menina estava engasgada
A mãe da menina estava no apartamento quando o crime teria acontecido. Conforme o depoimento, ela acreditou que a bebê estava engasgada e chamou a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.
No entanto, ela decidiu levar a menina a uma unidade de saúde por conta própria, já que, segundo a mulher, o socorro não chegou.
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O que os médicos disseram?
Em um hospital, os profissionais da saúde constaram que a criança tinha sido vítima de violência sexual, segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social.
No local, a bebê não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.
Testemunhas prestaram depoimento
Outras pessoas foram levadas à delegacia para prestar depoimento sobre o caso. A pasta afirmou que aguarda a conclusão dos laudos da perícia para dar continuidade às investigações.
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O que dizem as defesas?
A defesa de Francisco Ray Rodrigues Magalhães disse que o cliente colabora com as investigações e que o homem se submeteu de forma voluntária à coleta de material genético. A advogada também afirmou que o suspeito disse que não estava “sequer no mesmo quarto em que a criança dormia, circunstância que será devidamente analisada no curso da investigação”.
“A defesa técnica de um dos investigados no caso envolvendo a morte da criança, o namorado da genitora, informa que acompanha as investigações com absoluta confiança no trabalho das autoridades competentes.
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O constituinte desta defesa permanece à inteira disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários, tendo, inclusive, se submetido voluntariamente à coleta de material genético. A defesa aguarda a conclusão dos laudos periciais, imprescindíveis para o esclarecimento técnico dos fatos. Esclarece, ainda, que seu cliente afirma não estar sequer no mesmo quarto em que a criança dormia, circunstância que será devidamente analisada no curso da investigação.
A defesa ressalta que qualquer juízo antecipado, especialmente por meio de linchamento virtual antes da conclusão das investigações e da produção das provas periciais, representa grave risco à própria busca da verdade, além de afrontar garantias constitucionais como a presunção de inocência e o devido processo legal. Por respeito à investigação e à sociedade, a defesa somente voltará a se manifestar após a conclusão dos laudos técnicos.”
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A defesa de Roberto Levy Oliveira Magalhães não foi localizada.


