A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu após ser arremessada da Ponte do Esqueleto, em Limeira, São Paulo, em um salto de rope jump, sem a corda de segurança, estava viva quando recebeu o primeiro socorro. O atendimento inicial foi feito por uma enfermeira que também aguardava para saltar da ponte, no sábado (13). Com informações do g1.
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Em depoimento, a enfermeira, de 26 anos, afirmou que desceu da ponte para tentar reanimar a jovem, que estava com pulsação fraca nos momentos seguintes à queda.
— Ela estava dando aquele suspiro de pós-morte […] Eu peguei, chequei, ela estava com um pulso bem fraco. Eu comecei a massagem e parou — disse.
Segundo ela, Maria Eduarda estava com um equipamento de segurança preso à barriga, mas sem a corda principal. A enfermeira afirmou que continuou prestando os primeiros socorros até a chegada da ambulância. O restante do equipamento foi cortado pelas equipes para uso do desfibrilador.
A enfermeira seria a 42° pessoa a saltar da ponte naquele dia e filmava a preparação da jovem, quando três funcionários ergueram Maria Eduarda e a jogaram.
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— Eu ia mandar para uma tia minha […] Eu não consegui ouvir porque estava na expectativa de que eu iria pular […] Eu só estava olhando ela, nem olhei como que eles colocaram as coisas […] Quando ela cai, começo a ouvir todo mundo falando: “a corda, a corda” — explicou.
O que é o rope jump
O rope jump é uma modalidade de salto em altura na qual a pessoa se lança de uma plataforma, ponte ou estrutura elevada presa a um sistema de cordas e equipamentos de segurança. Diferentemente do bungee jump, em que a corda elástica fica conectada ao praticante durante toda a queda, o rope jump utiliza cordas de escalada e técnicas específicas para controlar o movimento e amortecer a queda.
Veja o vídeo do momento em que a jovem é lançada
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que funcionários carregam a jovem até a plataforma. Em seguida, ela é lançada e, poucos segundos depois, é possível ouvir pessoas gritando frases como “a corda” e “gente, a corda”.
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Câmera que registrou salto desapareceu
A polícia investiga o desaparecimento de uma câmera que estaria com a jovem no momento do salto. O equipamento ainda não foi encontrado.
Maria Eduarda teve o corpo sepultado no domingo (14), em Jandira, na Grande São Paulo.








