Nove suspeitos acabaram presos durante uma queima de fogos de artifício em Joinville. A ação aconteceu por conta de uma comemoração feita por uma facção criminosa na noite de terça-feira (3). Os policiais precisaram de um esquema de monitoramento, em pontos estratégicos da cidade, para realizar a operação que terminou com quase dez pessoas presas.
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A ação, segundo a Polícia Civil, foi resultado de um trabalho prévio de monitoramento realizado pelas áreas de inteligência das forças de segurança, especialmente pela inteligência da Polícia Militar, que identificou previamente possíveis pontos onde poderiam ocorrer as manifestações com fogos de artifício.
— Esses profissionais realizam a análise de dados e de diversas informações, transformando esses elementos em conhecimento qualificado, capaz de orientar a atuação das equipes operacionais em campo — detalha o delegado Rafaello Ross.
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Como as prisões aconteceram
A partir das informações, foi organizada uma atuação integrada sob a coordenação da Polícia Militar, com apoio da Guarda Municipal e da Polícia Civil, que disponibilizou equipes para realizar as prisões em flagrante.
A operação resultou em prisões nos bairros Saguaçu e Paranaguamirim, em Joinville, além de uma ocorrência em Itapoá, cidade do Litoral Norte. A soltura de foguetes permitiu que os agentes identificassem a localização dos suspeitos, que foram encaminhados à Delegacia de Polícia.
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*Sob supervisão de Leandro Ferreira





