Após os 60 anos, o sono costuma ficar mais sensível à rotina: qualquer mudança de hábito pesa mais do que antes. Mesmo com esse ajuste natural, o corpo ainda precisa de descanso consistente para manter energia, clareza mental e segurança física. Mais do que olhar para o relógio, é importante observar os sinais do corpo — ele mostra quando o repouso está curto.

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Como o sono muda com a idade

É comum adormecer mais cedo, acordar mais cedo e ter mais despertares durante a madrugada, mesmo sem um “problema” definido.

Além disso, as fases profundas diminuem e as superficiais aumentam. Por isso, a noite pode parecer longa, mas pouco reparadora.

Dor, medicamentos, pouca exposição à luz natural e idas ao banheiro também podem quebrar a continuidade do sono.

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Quantas horas são necessárias

Na maioria dos casos, a meta segue próxima da vida adulta: 7 a 8 horas por noite. No entanto, há diferenças de pessoa para pessoa.

Por isso, regularidade e continuidade entram na conta. Dormir em horários previsíveis ajuda o corpo a organizar o ritmo sono–vigília.

Já dormir com frequência abaixo de 6 horas não costuma ser neutro e pode aumentar riscos ao longo do tempo.

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O teste prático: como você passa o dia

O sono é suficiente quando você atravessa o dia sem sonolência, sem fadiga persistente e sem quedas evidentes de atenção.

Quando isso falha, aparecem sinais como cansaço constante, concentração mais frágil e memória menos eficiente em tarefas simples.

Além disso, humor irritado, baixa tolerância ao estresse e instabilidade física podem indicar um descanso que não recupera.

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O que o sono protege depois dos 60

Dormir bem favorece estabilidade de pressão e circulação, apoiando a saúde cardiovascular de forma contínua.

Durante a noite, o cérebro reforça memória e organiza informações. Assim, um sono adequado preserva lucidez e autonomia.

Também há efeito no metabolismo: dormir pouco ou mal pode atrapalhar glicemia, apetite e peso, o que enfraquece o equilíbrio do corpo.

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Rotinas que melhoram a qualidade do sono

Com constância, ajustes pequenos tendem a trazer ganho real. Assim, o objetivo é um sono estável, não um “sono perfeito”.

  • Mantenha hora parecida para dormir e acordar
  • Pegue luz natural pela manhã e mantenha-se ativo durante o dia
  • Prefira exercício moderado, evitando esforço intenso à noite
  • Limite cafeína e álcool no fim do dia
  • Reduza telas e deixe o quarto escuro, silencioso e fresco
  • Crie uma rotina relaxante e use a cama apenas para dormir

Quando a orientação médica faz diferença

Se a fragmentação persistir apesar dos hábitos, vale buscar avaliação médica. O mesmo se aplica quando despertares estão ligados a dor, falta de ar ou idas frequentes ao banheiro. Identificar a causa ajuda a definir a estratégia mais adequada.

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Depois dos 60, o sono pode mudar de forma, mas a necessidade de descanso continua. Reconhecer sinais de insuficiência e ajustar a rotina reforça a proteção para a saúde e para a independência no dia a dia.

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