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Onça-parda é flagrada por câmera de monitoramento em mata de Jaraguá do Sul 

O felino, que é ameaçado de extinção, foi registrado pela primeira vez no sistema de armadinhas fotográficas na região

24/04/2019 - 08h04 - Atualizada em: 24/04/2019 - 19h48

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Redação
Por Redação AN
Foi a primeira vez que a felino ameaçado de extinção foi registrado pelo sistema de armadinhas fotográficas na região
Foi a primeira vez que a felino ameaçado de extinção foi registrado pelo sistema de armadinhas fotográficas na região
(Foto: )

Uma onça-parda adulta foi flagrada por uma câmera de monitoramento em área de mata, em Jaraguá do Sul. Foi a primeira vez que a cena foi registrada pelo sistema de armadilhas fotográficas instaladas na região. De acordo com a Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente (Fujama), o equipamento já está há quatro anos no local.

O felino, que é ameaçado de extinção, foi registrado pelas câmeras fotográficas, instaladas pelos biólogos da Fujama em uma das áreas prioritárias para a criação de Unidades de Conservação, indicadas pelo Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA) de Jaraguá do Sul.

Segundo a Fujama, a onça-parda, também conhecida como Puma, Suçuarana ou Leão-baio é um carnívoro de hábito solitário e territorialista. A espécie é a maior da família dos felinos encontrada em Santa Catarina e a quarta maior do mundo, podendo chegar até 72 quilos e comprimento de 1,50 metro (cabeça e corpo).

Na Mata Atlântica, estima-se que exista uma população com menos de mil animais aptos a se reproduzirem. As principais ameaças para a espécie são perda de habitat (florestas) por expansão urbana e agropecuária, atropelamentos e caça. Apesar de seu tamanho e hábito alimentar carnívoro, a onça não oferece risco a população.

Conforme a fundação, nos estudos realizados pelo órgão já foram registradas outras espécies pertencentes a fauna e flora ameaçadas de extinção. No entanto, o registro deste felino pode ser um forte indicador do bom estado de conservação de algumas áreas do município. Assim, defende a Fujama, torna-se prioritária a criação de Unidades de Conservação nestes locais para garantir a proteção da biodiversidade local.

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