Operação em SC mira hackers que atacaram aplicativo do ConectSUS

Além de Santa Catarina, Polícia Federal cumpre mandados em outros três Estados

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Ataque aos sistemas ocorreu em dezembro do ano passado (Foto: Marcelo Camargo, Agência Brasil)

Oito mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos pela Polícia Federal contra o grupo suspeito de invadir sistemas do Ministério da Saúde e outros órgãos do governo federal. Em Santa Catarina, a operação ocorre em Joinville, no Norte de Santa Catarina, conforme apurou a colunista do NSC Total Dagmara Spautz. Outros três estados também têm mandados. As informações são do g1.

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Operação contra hackers do ConecteSUS cumpre mandado em Joinville

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De acordo com a PF, o grupo é suspeito de ser o responsável pelo ataque que comprometeu o sistema do ConecteSUS, em dezembro do ano passado. 

Além de Santa Catarina, há mandados sendo cumpridos na Paraíba, Minas Gerais e Paraná. Conforme a polícia, os suspeitos integram uma “organização criminosa transnacional dedicada à prática de crimes dessa natureza, visando entidades públicas e privados no Brasil, Estados Unidos, Portugal e Colômbia”. 

Em dezembro, um ambiente em nuvem do Ministério da Saúde foi alvo dos ataques. Arquivos, dados e pastas foram deletados. Ainda segundo a PF, outros órgãos foram alvos dos suspeitos: 

  • Controladoria-Geral da União (CGU);
  • Ministério da Economia;
  • Instituto Federal do Paraná (IFPR);
  • Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA);
  • Escola Nacional de Administração Pública (Enap);
  • Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT);
  • Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro;
  • Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL);
  • Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal;
  • Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Entre os crimes investigados estão de organização criminosa, invasão de dispositivo informático, interrupção ou pertubação de serviços telegráficos, radiotelegráfico ou telefônico, impedir ou dificultar-lhe o restabelecimento, corrupção de menores e lavagem de capitais. 

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A operação é coordenada pela Polícia Federal do Distrito Federal. 

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