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Após interdição

Para prefeitura, contrato obriga cooperativa a reformar terminal em Florianópolis

Documento foi firmado entre prefeitura de Florianópolis e Cooperbarco, cooperativa que tem permissão de uso do espaço

14/08/2019 - 13h15 - Atualizada em: 14/08/2019 - 17h29

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Por Mateus Boaventura
(Foto: )

Depois da interdição parcial do terminal lacustre da Lagoa da Conceição, em Florianópolis, a secretaria de Secretaria Municipal de Transportes e Mobilidade Urbana respondeu, por meio de nota, que a recuperação do espaço é de responsabilidade da Cooperbarco, cooperativa que tem permissão de uso do espaço. O contrato prevê que "a permissionária obriga-se a manter o Terminal Lacustre em perfeito estado de conservação e asseio, de modo a que se encontre em condições de atender plenamente as suas finalidades."

Nesta terça-feira (13), data da interdição feita pela Defesa Civil, o presidente da Cooperbarco, Bruno Laureano disse que a recuperação do trapiche é responsabilidade da prefeitura. A edificação de concreto está com uma inclinação considerável e por isso não oferece segurança.

Documento foi firmado entre Prefeitura de Florianópolis e Cooperbarco
Documento foi firmado entre Prefeitura de Florianópolis e Cooperbarco
(Foto: )

Diante do impasse, mas sem dar prazos, a prefeitura divulgou que está trabalhando em conjunto para trazer uma solução definitiva para o local, que é usado por cerca de 600 pessoas por dia. Fora da temporada o transporte é feito da Lagoa da Conceição à Costa da Lagoa. No verão, também são oferecidas viagens à Barra da Lagoa.

Atendimento provisório

O embarque e desembarque de passageiros continua a ser feito no deck ao lado da edificação sob um toldo. Uma guarita provisória foi instalada na tarde desta terça-feira para a venda das passagens.

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