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    Imobilidade urbana

    Pesquisa aponta dificuldades para andar a pé ou de bicicleta em Florianópolis 

    Estudo, que reúne universidades brasileiras e inglesa, apresenta problemas para pedestres e ciclistas em três bairros da Capital

    02/07/2019 - 12h01 - Atualizada em: 03/07/2019 - 08h56

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    Felipe
    Por Felipe Reis
    Pesquisa aponta dificuldades para andar a pé ou de bicicleta em Florianópolis
    (Foto: )

    Um estudo feito por pesquisadores brasileiros e alemães aponta as dificuldades que Florianópolis apresenta para a mobilidade de pedestres e ciclistas em três bairros. De acordo com o trabalho, quem mora na Costeira do Pirajubaé, Saco Grande e no Jardim Atlântico é considerado "imóvel" – conceito usado pelos cientistas para definir cidadãos que querem andar mais a pé ou de bicicleta mas não conseguem por conta de algum obstáculo urbano.

    No caso da Costeira, a doutora em Saúde Pública Eleonora D'Orsi, uma das responsáveis pela pesquisa, cita a necessidade de travessia da SC-401 Sul (a Via Expressa Sul) como impeditivo para quem quer sair de casa e ir em direção à orla. Problema semelhante enfrenta quem deseja sair do Jardim Atlântico e ir ao Centro de Florianópolis.

    – Os exemplos são de bairros a menos de cinco quilômetros do núcleo central da Capital, mas em um deles não há calçadas nem passarelas adequadas. No outro, a travessia para pedestres pelas pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles não é convidativa – relatou a pesquisadora.

    O estudo foi apresentado em Brasília e compartilhado com as prefeituras das cidades que foram analisadas - além de Florianópolis, Porto Alegre, Brasília e uma cidade na Inglaterra.

    Ouça a entrevista com a pesquisadora Eleonora D'Orsi:

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