Falar sobre herança incomoda e justamente por isso é um dos temas mais adiados pelas famílias. A conversa só aparece nos momentos difíceis, quando as decisões já se tornam mais caras, mais emocionais e muito mais difíceis de conduzir.
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A verdade é que esse assunto deveria ser parte natural do planejamento financeiro e emocional de qualquer família, pois pode ter um preço alto quando deixado para depois, resultando em processos demorados e burocráticos. O que deveria trazer proteção acaba se tornando fonte de tensão e divergências.
Mas não é só isso. Segundo Felipe Beys, Sócio e Planejador Financeiro da Warren Investimentos, a falta de educação financeira e a dificuldade de poupar dinheiro para deixar um legado também limitam o pensamento sobre o futuro.
“Muitas pessoas acham que testamentos e holding familiares são assuntos para os ricos e muito distantes do investidor médio, sem entender que não se refere ao tamanho do patrimônio, mas sim, do nível de educação financeira”.
Felipe explica que muitas famílias acreditam que planejar a sucessão é caro e, por isso, supõem que profissionais não se interessariam por patrimônios menores. Assim, desistem antes mesmo de buscar orientação – justamente quando o planejamento seria mais necessário. Todas essas crenças prejudicam a construção do patrimônio e de um plano que traga tranquilidade para as famílias.
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Mudar essa realidade é possível quando se compreende que o planejamento sucessório não é apenas um documento jurídico, mas uma forma de proteger o patrimônio e garantir continuidade à história da família.
Com o apoio de um profissional qualificado, é possível conhecer propostas sobre economia de impostos, ter uma comunicação clara e acessível sobre finanças, e garantir a longevidade do legado com propósito.
Por isso, compreender o papel de cada instrumento financeiro é essencial para um plano sucessório eficiente – e é aqui que planejamento e proteção se encontram.
Sucessão é proteção: investimentos, seguros e previdência atuam juntos
O planejamento sucessório é um conjunto de estratégias que define como o patrimônio será administrado e transferido, seja em vida ou após a sua partida.
Felipe afirma que, “em vez de tratar a sucessão apenas como uma transferência de bens, o ideal é criar um ecossistema patrimonial no qual cada elemento – como investimentos, seguros e previdência – cumprem um papel complementar com foco também na sustentabilidade e fluidez”.
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O planejador financeiro explica, ainda, que os investimentos são o motor de crescimento do patrimônio familiar e quando alinhados ao plano sucessório, devem entregar diversificação de risco e liquidez. Já o seguro de vida cria liquidez imediata no momento do falecimento, sem necessidade de inventário.
“A previdência, por sua vez, tem uma dupla função estratégica: o planejamento de renda futura, para o titular e o cônjuge, e a eficiência sucessória, visto que os planos (PGBL/VGBL) permitem nomear beneficiários diretos e não passam pelo inventário”, conta Felipe Beys.
Enquanto o testamento é um instrumento jurídico que formaliza vontades, o plano sucessório antecipa decisões, organiza documentos, distribui responsabilidades e, principalmente, reduz incertezas, dando continuidade à história.
Os três pilares de um plano sucessório eficiente
Na prática, um bom plano se apoia em três pilares que simplificam decisões e trazem previsibilidade:
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- Organização patrimonial: mapeamento dos bens, investimentos, dívidas e direitos da família;
- Estrutura legal e fiscal eficiente: uso de ferramentas que reduzam custos, impostos e burocracia;
- Transparência e diálogo: garantia de que todos os envolvidos compreendam e respeitem o plano.
O planejamento sucessório é, portanto, uma ferramenta essencial para qualquer pessoa que deseja proteger o que construiu – seja uma empresa, um imóvel, uma reserva financeira ou garantir o equilíbrio da família.
Ferramentas que simplificam a sucessão
Apesar do tema parecer complexo, na prática, é aplicado com instrumentos simples, acessíveis em sua maioria e adaptáveis à realidade de cada família. Conheça as soluções mais usadas:
- Holding familiar: centraliza bens em uma única estrutura jurídica, reduzindo custos de inventário, organizando a sucessão, facilitando a transição entre gerações e melhorando a governança familiar.
- Previdência privada: permite nomear beneficiários diretos, evitando inventário e garantindo liquidez imediata à família. Funciona como instrumento de proteção e continuidade financeira.
- Seguro de vida: gera recursos imediatos para cobrir impostos e despesas da sucessão, evitando a venda apressada de bens, e também complementa a proteção financeira da família.
- Doações planejadas e fundos exclusivos: antecipam parte da herança, equilibram a divisão entre herdeiros e reduzem tributos. Com uma boa orientação profissional, podem alinhar patrimônio e objetivos de longo prazo.
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Acima de tudo, o segredo está no diálogo: é a transparência que transforma o patrimônio em um potencial motivo de tensão ou em um símbolo de união. E no diálogo o legado ganha um propósito maior.
Mais do que números: o lado emocional por trás do patrimônio
Na Warren Investimentos, o planejamento sucessório é tratado como parte integrante da vida financeira e emocional do cliente – o que significa considerar o patrimônio como expressão da trajetória da família – e não somente como uma lista de bens.
Para isso, sua atuação oferece uma visão integrada do patrimônio, unindo investimentos, proteção e sucessão sob uma mesma estratégia, cujo objetivo é fazer com que cada decisão financeira esteja conectada aos propósitos do cliente investidor.
Por meio de ferramentas exclusivas, a Warren ajuda famílias a compreender seus riscos, identificar lacunas e construir soluções personalizadas para cada etapa da vida, sem focar na escolha do produto – a ideia é garantir a coerência entre os sonhos do investidor e as estratégias do plano sucessório.
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Essa abordagem se baseia no modelo fee-based da empresa, que prioriza a transparência e o alinhamento total de interesses. Assim, o cliente tem acesso a especialistas que constroem uma estratégia que respeita seu momento, sua família e seus valores garantindo foco em resultados sustentáveis e seguros.
Uma sucessão bem planejada não é o fim de um ciclo: é a continuidade dele com clareza, serenidade e propósito.
O momento ideal para começar seu planejamento sucessório: o agora
Quanto mais cedo o plano é estruturado, maior é a previsibilidade, a economia e a tranquilidade que ele oferece. Saber que tudo está organizado traz tranquilidade para quem planeja e segurança para quem será beneficiado, firmando um compromisso respeitoso pelas próximas gerações.
Planejar a sucessão é garantir que a história continue, com equilíbrio, serenidade e propósito. É transformar patrimônio em legado.
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