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    Em plena pandemia

    PM registra bailes funk e aglomerações em residências no fim de semana em Florianópolis

    Em 48 horas, foram 97 ocorrências de perturbação do sossego atendidas no Centro, Sul e Leste da Ilha de SC

    27/07/2020 - 18h24 - Atualizada em: 27/07/2020 - 18h52

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    Leandro
    Por Leandro Lessa
    4º BPM atende regiões do Centro, Sul e Leste da Ilha, em Florianópolis
    4º BPM atende regiões do Centro, Sul e Leste da Ilha, em Florianópolis
    (Foto: )

    Em um período de 48 horas, ao longo do fim de semana, o 4º Batalhão da Polícia Militar (4º BPM) atendeu 226 ocorrências geradas - 97 desses registros foram de perturbação do sossego, que acabam envolvendo aglomeração e pessoas sem máscaras nesses locais, desrespeitando as normas para evitar a propagação do coronavírus, em tempos de pandemia e aumento no número de casos. A corporação é responsável pela segurança pública nas regiões do Centro, Sul e Leste da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis. 

    - A maioria das desculpas é porque as pessoas estão muito tempo confinadas e querem fazer algum tipo de comemoração. Por estarem em um ambiente familiar, acham que podem ficar sem máscara. Mas o que não entendem é que, ao chegarem naquele espaço, tiveram contato com outras pessoas - explicou o tenente-coronel Dhiogo Cidral de Lima, comandante do 4º BPM. 

    Além dos registros em residências de Florianópolis, houve ocorrências de bailes funk no Maciço do Morro da Cruz, com imagens que ganharam as redes sociais. Segundo a Polícia Militar, em alguns casos, havia a presença de barricadas para dificultar a chegada dos agentes. Na última sexta-feira (24), no Morro do 25, a PM conseguiu dissipar a aglomeração. Outro local com ocorrência semelhante foi no Morro do Horácio e no Morro da Penitenciária. 

    Ainda no fim de semana, em uma suspeita de baile funk no Morro do Mocotó, o comandante alega que os policiais, ao serem acionados, chegaram ao local no final da madrugada, quando o evento já teria acabado. Segundo o tenente-coronel, como as comunidades são bem próximas, as pessoas migram entre uma e outra. 

    A PM usa o trabalho de inteligência para tentar coibir as festas de forma antecipada e, desta forma, evitar tumultos ao realizar as intervenções quando já há uma grande quantidade de pessoas. 

    - É preciso esclarecer: não é só nas comunidades. Isso (festas com aglomeração) está acontecendo dentro da Ilha de Santa Catarina. A diferença é que há os pequenos eventos realizados nas residências. Então, fica mais fácil fazer a abordagem. Dentro das grandes comunidades, são muitas pessoas reunidas num lugar só, e aí tem uma agravamento maior da situação - declarou Cidral. 

    Além do telefone 190, os cidadãos podem entrar em contato através do aplicativo PMSC Cidadão nas lojas de aplicativos iOS e Android.

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    Ouça a entrevista completa:

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