Os corpos encontrados em um cemitério clandestino em São José, na Grande Florianópolis, no início de janeiro, começaram a ser identificados. Depois de um trabalho minucioso, a Polícia Científica conseguiu identificar duas das três vítimas, que estavam no morro da Boa Vista.
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Ismael Gomes Amoras, de 49 anos, foi o primeiro a ser identificado. Ele era natural do Pará e havia emitido carteira de identidade em Santa Catarina em 2025. De acordo com a Polícia Científica, a carteira de identidade permitiu a localização dos dados do homem por meio dos sistemas oficiais de identificação civil do estado.
Depois, o segundo corpo foi identificado como sendo de Luiz Fernando Castanheiro, de 25 anos. Para a identificação, papiloscopistas da Diretoria de Medicina Legal fizeram o tratamento e a análise das impressões digitais. Entretanto, pelo estado avançado de putrefação, os profissionais aplicaram técnicas de necropapiloscopia, um procedimento especializado que permite a recuperação e análise de impressões digitais mesmo em condições extremas.
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Agora, as identificações devem ajudar nas investigações feitas pela Polícia Civil, permitindo, também, que os familiares sejam comunicados.
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Cemitério clandestino
Os corpos foram encontrados a cerca de um metro e meio de profundidade, na parte alta do morro, após o recebimento de denúncia de que o local era utilizado como um cemitério clandestino no dia 9 de janeiro.
Na operação, atuaram equipes especializadas da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), com apoio do Canil e do 7º Batalhão da PM.






