Uma série de ataques terroristas foram impedidos por uma operação nesta segunda-feira (2) na Região Metropolitana e no interior do estado do Rio de Janeiro, segundo a Polícia Civil. Os ataques, de acordo com a investigação, aconteceriam em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no centro do Rio.

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Ao todo, três pessoas acabaram presas, de acordo com a corporação. O grupo foi identificado pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), que afirmou que os suspeitos organizaram manifestações antidemocráticos com o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov nesta segunda-feira, às 14. Além da Alerj, as manifestações também aconteceriam em diversos estados do Brasil.

A operação, batizada de Operação Break Chain, também levou a polícia a cumprir mandados de busca e apreensão ligados a endereços dos investigados. Ao menos 17 pessoas foram alvos da operação nesta segunda.

Como o grupo “Geração Z” pretendia agir

O grupo se autodenominava de “Geração Z”, de acordo com a polícia, e dizia ser apartidário e anticorrupção. Os suspeitos incitavam e planejam atos de violência e terrorismo, estimulando ataques a prédios públicos, autoridades, centros políticos e estruturas de telecomunicações. O objetivo, conforme apontou a investigação, era provocar caos e pânico.

Os mandados resultaram no encontro de conteúdos que apoiavam confrontos e materiais que orientavam para a fabricação de artefatos improvisados, com uso de materiais cotidianos. Segundo a Polícia Civil, os suspeitos de crimes como incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefato explosivo ou incendiário participavam ativamente de grupos ligados ao Rio de Janeiro e incentivavam ações violentas.

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A investigação continuará para a identificação de possíveis outros envolvidos.

*Com informações do g1 e da CNN