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    Onda de violência

    Polícia mantém sigilo sobre crimes recentes e decapitação em Joinville

    Menino decapitado integrava o PCC e, segundo a Polícia Civil, teria sido assassinado por integrantes do PGC

    10/02/2016 - 06h31

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    Por Redação NSC
    Segundo a polícia, homem comandava o grupo criminoso e dava as ordens para a execução de crimes em Joinville
    Segundo a polícia, homem comandava o grupo criminoso e dava as ordens para a execução de crimes em Joinville
    (Foto: )

    Ao apresentar o homem e a mulher presos na madrugada de terça-feira em Joinville, os delegados Laurito Akira Sato e João Adolpho Fleury Castilho não relacionaram nenhum assassinato ocorrido em Joinville como sendo ordem direta do casal, nem relacionaram a prisão à onda de assassinatos recentes ou à decapitação de um adolescente, no começo da semana passada.

    - Não podemos falar. Estamos investigando - disse o delegado Fleury.

    Segundo o delegado regional, a prisão é importante porque representa uma demonstração de força da investigação e do trabalho de reação da polícia diante da onda de violência na cidade.

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    De acordo com a Polícia Civil, a guerra entre o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Primeiro Grupo Catarinense (PGC) é cada vez mais visível e preocupante em Joinville.

    O menino decapitado integrava o PCC e, segundo a Polícia Civil, teria sido assassinado por integrantes do PGC. A prisão de Claudinei Rengel, que também é do PCC, foi um segundo golpe na facção paulista que tenta conquistar espaço em Santa Catarina.

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