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    Violência doméstica

    Sargento da Polícia Militar é morta em Forquilhinha, no Sul de SC; suspeita é de feminicídio

    O antigo companheiro é ex-PM

    13/07/2020 - 12h23 - Atualizada em: 14/07/2020 - 10h58

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    Lariane
    Por Lariane Cagnini
    Crime foi na manhã desta segunda-feira (13)
    Crime foi na manhã desta segunda-feira (13)
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    Uma sargento da Polícia Militar (PM) foi morta na manhã desta segunda-feira (13) em Forquilhinha, no Sul de Santa Catarina. A suspeita da polícia é de feminicídio. Regiane Miranda, 37 anos, era 3º sargento e teria sido alvejada pelo antigo companheiro, que é ex-policial. Depois de disparar contra a mulher, ele tirou a própria vida.

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    O crime foi no bairro Vila Lourdes. Conforme a nota emitida pelo setor de comunicação do 9° Batalhão da PM, Regiane foi vítima de feminicídio. Ela ingressou na corporação em 2004, foi por muitos anos instrutora do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) e atuava princiapalmente no policiamento de proximidade.

    A sargento atualmente estava lotada na guarnição da PM de Forquilhinha. O crime foi na casa dela. O Instituto Geral de Perícias (IGP) realizou o trabalho pericial na tarde desta segunda.

    Regiane era reconhecida pelo trabalho como instrutora do Proerd em escolas do Sul de SC
    Regiane era reconhecida pelo trabalho como instrutora do Proerd em escolas do Sul de SC
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    Regiane tinha dois filhos, de 7 e de 3 anos, e estava separada do suposto autor do feminício há cerca de três meses. Uma briga teria antecedido o crime na garagem da casa. Os filhos de Regiane estavam no local, mas conseguiram fugir para a residência ao lado, onde moram familiares de Regiane.

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    - Era uma policial referência no trabalho de educação com o Proerd, querida por todos, a PM está em luto com essa tragédia com o casal - afirmou o major Alberto Cardoso Cichella, da PM de Forquilhinha, que atendeu a ocorrência. 

    A prefeitura de de Forquilhinha divulgou nota lamentando a morte de Regiane e prestando solidariedade a familiares, amigos e colegas da PM. A nota diz que a sargento "se destacava pelo seu carisma, competência e dedicação nos trabalhos realizados na Polícia Militar, e angariou uma admiração ainda mais especial da comunidade como instrutora do Proerd".

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