O cais flutuante do bairro Espinheiros, onde um jovem de 15 anos havia desaparecido, é mantido fechado por conta de obras. O corpo do menino encontrado na região da Baía Babitonga no dia seguinte ao desaparecimento, que ocorreu no sábado (18).
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A vítima morava na região do bairro Comasa e ainda não há informações sobre como desapareceu no local ou se ele teve acesso ao trapiche. O local é palco de obras e está com a passagem de pessoas proibida, entretanto, moradores conseguiam acessar o cais durante o fim de semana.
Cais flutuante passa por obras
A Secretaria de Infraestrutura Urbana (Seinfra) afirmou que a área onde está sendo construído o Cais Flutuante do Espinheiros permanece em obras e, por questão de segurança, não é permitido o acesso da população.
Para coibir o acesso irregular, houve reforço no isolamento e a empresa responsável pelas obras disponibilizou um vigilante 24 horas no local.
Ainda conforme a prefeitura de Joinville na tarde de sábado (18), pessoas que não possuíam autorização para circular na área da obra “entraram no local após o rompimento de estruturas de proteção, como cadeados e tapumes”, citou o governo municipal em nota.
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Inclusive, a prefeitura afirmou que ainda houve orientação para que as pessoas deixassem o espaço por parte do serviço de vigilância, mas a solicitação não foi atendida.
“Diante da situação, foi necessário acionar apoio da Guarda Municipal. Após o registro do afogamento, equipes de resgate também estiveram no local”, comentou em nota.
As medidas possíveis para evitar a presença de pessoas no local estão sendo adotadas a partir de vigilância 24 horas, instalação de cercamentos, tapumes e reforços estruturais.
“Dessa forma, a prefeitura reforça o pedido para que a população colabore e respeite as sinalizações e orientações e não acesse o local antes da finalização da obra, que está em fase final, faltando a substituição do piso provisório de madeira da passarela de acesso por um piso em aço”, finalizou em nota.
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