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    Educação inclusiva 

    Projeto social de Joinville ganha R$ 151,8 mil no programa Caldeirão do Huck

    Empreendedores catarinenses participaram do quadro The Wall representando iniciativa que busca construir bibliotecas em locais isolados 

    15/02/2020 - 17h35 - Atualizada em: 17/02/2020 - 12h44

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    Por Jean Laurindo
    Dupla de Joinville representou projeto social Omunga
    Dupla de Joinville representou projeto social Omunga
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    O projeto social Omunga, de Joinville, conquistou R$ 151.886 no quadro The Wall, na edição deste sábado (15) do programa Caldeirão do Huck, na TV Globo.

    O empreendedor social Roberto Pascoal e o designer Giu Vicente participaram do quadro de perguntas e respostas representando a grife social e instituto fundada na cidade do Norte de SC.

    Nas duas primeiras partes do programa, a dupla respondeu uma série de perguntas sobre assuntos gerais e terminou a fase com R$ 16.908. No último bloco, os participantes tinham que posicionar três bolas verdes em posições de um painel. A dupla deu sorte, as bolas caíram em espaços com valores altos e a premiação subiu para R$ 211.908.

    Nas últimas três perguntas, a dupla acertou uma das questões, mas errou outra pergunta sobre como é chamada a seleção de rúgbi do Japão, perdendo R$ 30.010.

    No fim das três últimas bolas, que poderiam diminuir ou até acabar com a premiação, Pascoal deu sorte: as duas primeiras bolas tiraram apenas R$ 11 do valor total da premiação. A última bola tirou R$ 45 mil, mas ainda assim a dupla terminou o programa com R$ 151.886.

    A alegria veio só no final, quando Giu confirmou que rasgou o contrato que ofertava o valor inicial, o que manteve à dupla o direito de sair com o prêmio final de R$ 151.886.

    O Omunga consiste em um projeto social que visa a construção de bibliotecas em regiões distantes e isoladas, para auxiliar na formação de professores desses locais e contribuir com o desenvolvimento.

    O projeto já viabilizou a construção de três bibliotecas em dois países e busca expandir a atuação para construir bibliotecas no Sertão, na Amazônia e na África.

    A iniciativa também vende kits de camisetas, comercializados em forma de clube de assinaturas para apoiadores do projeto, que querem contribuir com a construção das bibliotecas.

    Segundo o site da organização, o Omunga já arrecadou 15 mil livros e beneficiou 550 professores.

    Dupla representou grife social e instituto Omunga
    Dupla representou grife social e instituto Omunga
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    – O professor é o principal agente de transformação e, nessas regiões (isoladas), eles estão tão desassistidos quanto os alunos – afirmou Pascoal no programa deste sábado, antes de iniciar o jogo.

    O joinvilense Roberto Pascoal era gestor de rádios na cidade do Norte de SC. Depois de um período sabático pelo caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, e no Sul da África, decidiu empreender na área social com um novo propósito.

    A Omunga teve início em 2013 e já construiu bibliotecas em Betânia do Piauí, Curral Novo do Piauí, pelo projeto Escolas do Sertão, e em Luanda, capital de Angola, na África, no projeto Livros pela África. A organização também trabalha na capacitação de professores que atuam em locais isolados, com índice de desenvolvimento baixo e necessidade de evolução na educação. Uma nova biblioteca em Atalaia do Norte (AM) está em fase de construção.

    Pascoal e Huck falaram sobre o trabalho da grife social e instituto
    Pascoal e Huck falaram sobre o trabalho da grife social e instituto
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