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Protesto contra cortes na educação tem aula pública em Chapecó

Ato começou com cerca de 200 pessoas na praça Coronel Bertaso

15/05/2019 - 12h28 - Atualizada em: 15/05/2019 - 18h51

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Darci
Por Darci Debona
Setores da educação e sindicatos na Praça Coronel Bertaso,e m Chapecó
Aula pública na Praça Coronel Bertaso defendeu o ensino público
(Foto: )

O dia de mobilizações contra os cortes de recursos na Educação iniciou às 10h em Chapecó, com uma aula pública na praça Coronel Bertaso. O professor da UFFS e Doutor em Geografia Willian Simões fez uma reflexão a partir do tema "Por que defender a Educação Pública?"

— Temos mais de 40 milhões de pessoas na educação básica no país e, na UFFS, dos 7,8 mil alunos, 90% são oriundos de escolas públicas. A educação pública é muito importante para o acesso das classes menos favorecidas ao ensino – destacou.

Somente a UFFS terá um corte de mais de R$ 16 milhões em recursos caso seja confirmado o corte de 30% anunciado pelo Ministério da Educação. Isso vai afetar a compra de livros e equipamentos, por exemplo. Um dos coordenadores do Sindicatos dos Docentes da UFFS (Sinduffs), Ricardo Machado, disse que há uma preocupação com o impacto dessas medidas sobre o ensino público.

— O que nos preocupa é esse discurso contra a universidade pública, principalmente contra a área de ciência humanas. Estamos aqui para defender o ensino público – destacou.

Ele afirmou que tanto os professores, quando servidores e estudantes decidiram de forma autônoma uma paralisação nesta quarta-feira para participação nos atos.

Representantes do IFSC da região, estudantes e sindicatos como, Sinte, Sitracarnes e Fetraf também participaram do ato pela manhã, que reuniu cerca de 200 pessoas.

Além da aula pública, à tarde houve uma mateada e depois caminhada até a Gerência Regional de Educação.

– A gerência representa o governo estadual e o governo federal.Estamos todos unidos contra a retirada de recursos, a perda de direitos e também contra a Reforma da Previdência – disse a coordenadora regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado (Sinte), Zigue Timm.

A mobilização encerrou com um ato que reuniu estudantes também de universidades comunitárias, que reuniu cerca de duas mil pessoas, segundo os organizadores.

Em Xanxerê houve uma manifestação das 14h às 16h, que começou na Praça Tiradentes e prosseguiu com uma passeata por algumas ruas da cidade.

Em São Miguel do Oeste houve concentração na praça Belarmino Anonni e passeata por algumas ruas da cidade. Cerca de mil pessoas participaram do ato, segundo a organização, que contava com integrantes do IFSC e apoio de outras instituições de ensino e sindicatos da região.

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