Quarta-feira de Cinzas, que marca oficialmente o fim do Carnaval, não é considerado feriado em Florianópolis. A data, celebrada no dia 18 de fevereiro deste ano, é tida como ponto facultativo até às 14h, seguindo o calendário federal.

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Na prática, significa que órgãos e repartições públicas podem retomar o funcionamento normal a partir desse horário. No entanto, estados e municípios têm autonomia para definir os seus próprios decretos.

No setor privado, o ponto facultativo não obriga empresas a conceder folga. Ou seja, quem trabalha fora do serviço público deve cumprir o expediente normalmente ou negociar com o empregador caso queira estender o descanso.

Veja como ficam os serviços em Florianópolis na quarta-feira de Cinzas

Saúde

  • Alô Saúde Floripa (0800 333 3233) – Funcionamento normal, 24h
  • Centros de Atenção Psicossocial (CAPS III) – MultiHospital – Atendimento 24h
  • Espaço Acolher – MultiHospital – Funcionamento normal, 24h
  • Hospital Dia – MultiHospital (Atendimento na quarta-feira, a partir das 7h)
  • Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) – Funcionamento normal, 24h

A partir das 14h de quarta-feira

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  • Centros de Saúde
  • Centros de Atenção Psicossocial (CAPS)
  • Policlínicas

Dibea

  • Fechada. Reabertura na quarta-feira, a partir das 14h.

Educação

  • Sem atendimento na quarta-feira. O retorno das aulas nas unidades educativas está previsto para quinta-feira (19).

Mercado Público

  • Bares e Restaurantes: das 10h às 22h
  • Peixarias: das 7h às 19h
  • Comércio (Ala Norte): das 8h às 19h

Coleta de resíduos

  • Operação normal em todas as modalidades, segundo as rotas conhecidas. Ecopontos com funcionamento normal.

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O que é ponto facultativo?

Em dias de ponto facultativo, servidores públicos são dispensados do serviço sem prejuízo da remuneração. A medida costuma ser aplicada em dias úteis que emendam feriados ou datas comemorativas.

O decreto de ponto facultativo não impõe obrigação ao setor privado. Ou seja, a decisão de liberar ou não os funcionários cabe exclusivamente às empresas.

*Com informações do g1