O padre Paulo Marcelo Jordão da Silva, da Igreja Católica Apostólica Romana, foi o indicado pela defesa de Jair Bolsonaro (PL) para prestar assistência religiosa ao ex-presidente durante o cumprimento da pena na Papudinha. O sacerdote, de 47 anos, é bacharel em Teologia pela Faculdade Católica de Anápolis, formação voltada à preparação teológica e pastoral de sacerdotes e agentes religiosos. Com informações do O Globo.
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Os advogados do ex-presidente pediram a inclusão no padre na rotina de atendimentos espirituais já autorizados ao ex-mandatário “nos mesmos dias e condições previamente autorizados” para as visitas religiosas já permitidas por decisão do ministro Alexandre de Moraes.
Anteriormente, Bolsonaro tinha encontro individuais, supervisionados e submetidos às condições fixadas pelo STF, com líderes evangélicos. Entre os pastores autorizados para visitar o ex-presidente estavam o bispo Robson Rodovalho e o pastor Thiago Macieira Manzoni. A defesa pede para que o encontro com o padre passe atuar dentro dos mesmo modelos já permitidos pela Corte.
Quem é o padre Paulo Marcelo Jordão da Silva?
Padre Paulo Marcelo integra a Região Pastoral Jesus Bom Pastor, vinculada à Diocese de Anápolis, Goiás, onde atua na estrutura pastoral da Igreja Católica. Com 47 anos, ele tem 11 anos de sacerdócio e é bacharel em Teologia pela Faculdade Católica de Anápolis, formação voltada à preparação teológica e pastoral de sacerdotes e agentes religiosos.
Em dezembro de 2022, logo após as eleições, outro padre ligado à mesma diocese, Genésio Lamounier Ramos, esteve com o então presidente no Palácio da Alvorada, onde conduziu uma oração e participou de um momento de mobilização de apoiadores.
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Bolsonaro cumpre pena sob regime fechado por decisões diretas de Moraes, responsável por autorizar visitas e estabelecer regras de custódia.










