Quem são os suspeitos de envolvimento na morte de corretora desaparecida em Florianópolis

Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, estava desaparecida desde o dia 4 de março na Capital; polícia confirmou que corpo encontrado decapitado em Major Gercino era dela

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Luciani é natural de Alegrete, no Rio Grande do Sul (Foto: Redes sociais, Reprodução)

Cinco pessoas são apontadas pela Polícia Civil como suspeitas de participação na morte da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, que desapareceu em Florianópolis no início de março e foi encontrada morta dias depois em Major Gercino. O caso é investigado como latrocínio, roubo seguido de morte.

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De acordo com documentos obtidos pela NSC TV, entre os investigados estão um homem de 27 anos, a companheira dele, de 30, o irmão do suspeito, um adolescente de 14 anos, e a mãe dos dois. Também aparece na apuração Ângela Maria Moro, de 47 anos, que foi presa na quinta-feira (12) pelo crime de receptação após ser localizada com pertences da vítima.

O NSC Total tentou contato com a defesa da mulher, mas não recebeu retorno até o fechamento da matéria.

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Segundo o delegado Anselmo Cruz, responsável pela investigação, o corpo da corretora foi visto por moradores em um córrego ainda na segunda-feira (9). A Polícia Militar foi acionada apenas na quarta-feira (11), quando fez a retirada do cadáver do local.

Luciani vivia sozinha em um residencial na Capital e estava desaparecida desde pelo menos 5 de março, quando teria sido vista pela última vez, conforme a Polícia Civil. A partir do registro do desaparecimento, os investigadores identificaram que compras estavam sendo feitas utilizando dados da corretora.

Durante o monitoramento das entregas, os policiais flagraram um adolescente retirando mercadorias adquiridas em nome da vítima. A apuração apontou que o jovem morava próximo ao apartamento de Luciani.

A investigação também identificou que o irmão do adolescente, de 27 anos, vivia em um apartamento vizinho ao da corretora, junto com a companheira de 30 anos. O homem estava foragido em São Paulo por envolvimento em um latrocínio ocorrido em 2022.

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Quem é Luciani

Mensagens suspeitas chamaram atenção da família

O desaparecimento passou a preocupar a família após mensagens consideradas incomuns enviadas do celular da corretora. Segundo o irmão da vítima, Matheus Estivalet Freitas, Luciani costumava conversar diariamente com os familiares.

O último contato direto ocorreu em 4 de março. Dias depois, porém, novas mensagens chegaram à família, mas o conteúdo chamou atenção por conter diversos erros gramaticais, algo que, segundo os parentes, não era comum na forma como ela escrevia.

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Em uma dessas mensagens, a pessoa afirmava estar bem, mas dizia estar sendo perseguida por um ex-namorado. A situação gerou desconfiança e levou a família a registrar o desaparecimento.