Um novo estudo realizado pela Universidade de Stanford revelou que a musculação é uma alternativa mais eficiente para perder gordura e controlar o nível de açúcar no sangue do que exercícios cardiorrespiratórios, como corrida e caminhada. Publicada no periódico científico Diabetologia, a pesquisa revelou insights cruciais sobre o impacto dos exercícios físicos no funcionamento do corpo de indivíduos diagnosticados com diabetes tipo 2.

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A diabetes, conhecida por elevar os níveis de açúcar no corpo, também é associada ao aumento do acúmulo de gordura. Diante desse cenário, os médicos optaram por direcionar sua atenção a pacientes com diabetes, a fim de compreender de maneira aprofundada como a condição influencia a eficácia dos métodos de redução de gordura corporal.

Então, vamos entender a seguir quais os resultados obtidos pelo estudo e como isso auxilia na perda de gordura.

Como foi feito o estudo sobre perda de gordura

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*Fotos: Banco de imagens

Resultados da pesquisa de Stanford

Os participantes foram divididos em três grupos: um dedicado a treinos de musculação, outro a atividades cardiovasculares, e um terceiro que combinava ambos. No treino de musculação, realizavam sessões focadas nas pernas e braços três vezes por semana, enquanto os do cardio usavam esteira ou bicicleta ergométrica com a mesma frequência.

A descoberta revelou que apenas os dedicados exclusivamente à musculação tiveram aumento significativo na massa magra e melhores índices de controle do açúcar. Em contraste, os que optaram apenas pelo cardio não ganharam massa magra e enfrentaram desafios na manutenção dos níveis de glicose.

Então, não precisa fazer cardio?

Os pesquisadores ressaltaram que a prática de exercícios cardiovasculares não é desfavorável. De fato, nos primeiros meses, suas medições apresentavam resultados comparáveis aos da musculação. No entanto, ao longo do tempo, os treinos de força demonstraram ser mais eficazes na redução da quantidade de gordura corporal.

Embora a musculação não queime tantas calorias quanto o cardio, ela contribui para o desenvolvimento de massa magra, cuja manutenção requer uma demanda energética mais elevada. Apesar disso, os profissionais de saúde de Stanford sugerem que a prática de exercícios cardiovasculares é benéfica, especialmente nas fases iniciais do emagrecimento, onde observa-se uma redução mais significativa de peso.

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