Uma conexão entre a praia e a Lagoa da Conceição. O residencial Yrupá, localizado na Praia Mole, em Florianópolis, traz uma proposta inovadora para o Leste da Ilha, com foco na preservação ambiental, sem abrir mão do design e conforto. O projeto está em andamento, e atualmente se encontra na fase de contenções do terreno e término do Projeto de Recuperação de Áreas Preservadas (PRAD).

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Com a assinatura da GND Incorporadora, o grande diferencial do empreendimento será o acesso tanto à Praia Mole quanto à Lagoa da Conceição, dois atrativos naturais da capital. A principal marca do projeto é ter em sua essência a preservação e sustentabilidade, em um conceito de moradia que prioriza a preocupação com o meio ambiente.

O telhado verde que irá cobrir as seis vilas residenciais projetadas no local terá 6,3 mil², se tornando um dos maiores do Brasil, recurso que faz com que o residencial se “camufle” à natureza. A incorporadora também prevê o plantio de 1600 mudas nativas e afirma que 35% do terreno do empreendimento é destinado à um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas, onde será consolidada uma Área de Preservação Permanente (APP).

O empreendimento já concluiu a fase de projeto, e está finalizando o Projeto de Recuperação de Áreas Preservadas (PRAD), que se encontra em 95% de execução. Já as contenções no local estão em 5% de execução, segundo a construtora.

Fotos mostram projeto de residencial ecológico na Praia Mole

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O que tem no residencial

  • 6 vilas residenciais
  • Studios com 63m²
  • Apartamentos com 2, 3 e 4 suítes, de 117 a 380 m²
  • 76 unidades

A estrutura do residencial contará com academia, piscina, salão de festas, sala para pilates e yoga, espaço para home office, passarela ecológica entre a praia Mole e a Lagoa da Conceição, e depósito náutico para pranchas, stand-ups e caiaques.

Como é a certificação ambiental

O projeto do Yrupá Praia Mole segue padrões internacionais de qualidade ambiental, incluindo o selo de construção sustentável AQUA-HQE, desenvolvidO a partir da certificação francesa Démarche HQE e aplicada no Brasil pela Fundação Vanzolini. As análises buscam reduzir os impactos negativos da obra ao meio ambiente. O arquiteto Leandro Rotolo, da ARK7 Arquitetos, destaca ainda que o projeto foi feito com o intuito de se adaptar ao terreno e condições do local.

— Em vez de a gente fazer um grande edifício, ou vários grandes edifícios que se colocam no terreno, a gente foi dividindo esse volume de construção pela topografia e encontrando posições ótimas para aproveitar não só as vistas, mas também a insolação, os ventos — detalha.

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Entre as ações que reforçam o compromisso ambiental do empreendimento está uma estação própria de tratamento de esgoto, a preservação de área de APP, equivalente a 35% do terreno, o plantio de mudas nativas, os telhados verdes e a construção da passagem pública que conecta a praia e a Lagoa.

O condomínio também contará com placas fotovoltaicas, uma espera para carregador de carro elétrico por apartamento, além de duas nas vagas de visitantes, e um projeto paisagístico que prioriza as plantas nativas da região.

Veja detalhes do projeto