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     Rubens: Movimento Urban Sketcher Joinville reúne apaixonados pelo desenho de observação

    Confira essa e outras informações na coluna de Rubens Herbst

    08/11/2017 - 02h45

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    Por Redação NSC
    Moinho da rua 15 de Novembro
    Moinho da rua 15 de Novembro
    (Foto: )

    Às vezes, não é preciso procurar muito para encontrar a “musa” que acionará a criatividade e o talento em direção a uma nova obra artística. Ela pode estar logo à frente, na forma de um conhecidíssimo ponto turístico. É da paisagem natural e urbana de Joinville que se alimenta a inspiração dos professores do curso de arquitetura e urbanismo da Católica de SC, Cláudio Santos da Silva e Marianne Medeiros Gomes, e da acadêmica Maria Vitória Oliveira dos Santos. O trio coordena o movimento Urban Sketcher Joinville, que desde 2015 reúne pessoas apaixonadas pelo desenho de observação. Nesses encontros, sempre em espaços públicos, os participantes têm liberdade de uso de materiais e técnicas, bem como o que será transportado para o papel – espaços internos, externos, objetos ou pessoas. A atividade levou Silva a integrar, no ano passado, uma coletânea com sketches do Brasil todo. Foram publicados 13 retratos de pontos turísticos e históricos da cidade, entre eles, o moinho da rua 15 de Novembro (foto).

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    Ozzy Osbourne,
    (Foto: )

    Olhares de longe

    Trabalho de Nicodemo Misiti
    Trabalho de Nicodemo Misiti
    (Foto: )

    Nascido na Calábria, o fotógrafo, professor e pesquisador Nicodemo Misiti é um especialista na história e em outros aspectos culturais dessa região da Itália. O interesse se reflete nas fotos da exposição Luci & Ombre (Luz e Sombra), que o Sesc traz a Santa Catarina por causa dos 140 anos da imigração italiana no Brasil e chega hoje à galeria da unidade de Jaraguá. Até 22 de dezembro, o visitante verá registros coloridos e em preto e branco que revelam traços arquitetônicos, históricos, antropológicos e paisagísticos do Sul da Itália, tão adorada por Misiti.

    No páreo

    Três nomes da cena joinvilense estão na final do Prêmio Catarinense de Música 2017 e estão desde ontem sob avaliação do público. Felipe Harger, da banda Coletivo das Flores (melhor cantor), Mario Ghanna (melhor artista solo) e a Commando 47 (melhor banda) foram os selecionados para estar no páreo. A votação popular em oito categorias vai até o dia 20 pelo site musicasc.com.br. A premiação está marcada para o dia 22, no teatro do CIC, em Florianópolis.

    Novas leituras

    Quem tiver um tempinho e conseguir dar uma passada na Univille hoje à noite é capaz de voltar para casa carregado de novas leituras. Na programação do 23º Proler e do 8º Seminário de Pesquisa e Linguagem, Leitura e Cultura, a editora da Universidade fará, às 19 horas, o lançamento das obras Patrimônio Natural, Cultura e Biodiversidade da Restinga do Parque Estadual Acaraí e Ciências Ambientais: Ensaios e Perspectivas, além de Claraboia, livro de poesias de Rafaela G. Desiderato. Ainda no anfiteatro, tem vez o pré-lançamento de O Paradoxo de Monteiro Lobato, escrito por Pedro Albeirice da Rocha.

    Um novo teto

    O vereador Fabio Dalonso teve aprovada na Câmara de Vereadores uma moção que, endereçada ao prefeito Udo Döhler e ao secretário de Cultura e Turismo, Raulino Esbiteskoski, pede a imediata reforma da cobertura do palco localizado na praça do Mercado Público de Joinville. A estrutura sofre principalmente nos dias de chuva e apresenta riscos para os artistas que lá se apresentam regularmente, além da possibilidade de dano a equipamentos. Nada mal se os reparos forem feitos até dezembro, quando, entre os dias 8 e 10, a praça receberá o evento É de Joinville, parceria do Grupo NSC com a Amuj, que contará com o Palco Autoral na sua programação.

    (Foto: )

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