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Bóra pedalar?

Sábado tem pedal humanitário em prol dos imigrantes em Florianópolis  

Qualquer pessoa pode participar do passeio. Basta levar três quilos de alimentos não perecíveis 

25/06/2019 - 13h50 - Atualizada em: 25/06/2019 - 13h53

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Redação
Por Redação Hora
No ano passado, o Pedal Humanitário reuniu mais de 120 ciclistas
No ano passado, o Pedal Humanitário reuniu mais de 120 ciclistas
(Foto: )

Que tal fazer um passeio de bike e ainda ajudar imigrantes que moram na capital catarinense? No próximo sábado (29), vai rolar em Florianópolis o II Pedal Humanitário. O evento está incluído na programação do Dia Mundial do Refugiado (que foi celebrado em 20 de junho) e pretende unir, em uma confraternização, moradores e imigrantes.

A concentração para o pedal já vai começar às 8h, na praça que fica em frente à sede da Justiça Federal (que fica ao lado da Polícia Federal), na Avenida Beira-Mar Norte, no bairro da Agronômica. O rolê começa pontualmente às 9h. O trajeto passará por boa parte da Beira-Mar Norte, vai atravessar a ponte Colombo Salles, até o Parque de Coqueiros, na área continental.

No local, haverá uma Feira Multicultural, com comidas típicas e apresentações culturais de refugiados e imigrantes que moram em Florianópolis. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) ainda vai doar uniformes antigos descaracterizados aos imigrantes e refugiados.

Qualquer pessoa pode participar do pedal. Basta se inscrever pelo e-mail prsc-bemviver@mpf.mp.br e levar no dia três quilos de alimentos não perecíveis (arroz, feijão ou farinha de trigo), que serão destinados às famílias dos refugiados, atendidas pelo Centro de Referência e Atendimento ao Imigrante (Crai/SC) e pela organização não-governamental Círculos de Hospitalidade.

A primeira edição do Pedal Humanitário ocorreu em junho do ano passado, quando 127 ciclistas participaram. Para este ano, a organização espera ao menos mais de 200 pessoas.

Como surgiu o Pedal Humanitário

A ideia da iniciativa é manter em evidência a realidade vivida por milhões de pessoas no mundo, que têm vidas destroçadas por guerras, violência e catástrofes naturais. São pessoas que têm suas vidas marcadas por deslocamentos forçados e hostilidades, tornando-se, muitas vezes, vulneráveis ao trabalho escravo e ao tráfico de pessoas. Diante dessa realidade, para contrapor o sentimento xenofóbico, e da necessidade de políticas públicas humanizadas, aproximando a sociedade de acolhida das comunidades refugiadas e imigrantes, surgiu o Pedal Humanitário.

O evento é promovido pelo Programa Bem Viver do Ministério Público Federal (MPF) em parceria com a Polícia Rodoviária Federal, por meio da Comissão de Direitos Humanos, Círculos de Hospitalidade e Crai/SC, com patrocínio da Engie e apoio do artista plástico Luciano Martins, Yellow, Guarda Municipal de Florianópolis, Cicles Hoffmann, Justiça Federal de Santa Catarina, Eletrosul e Usina do Hambúrguer.

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