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Daniel Leipnitz

Santa Catarina no top 5 do Ranking 100 Open Startups

Na última edição do ranking, foram listadas oito startups de Santa Catarina

31/07/2019 - 05h55

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Por Tech SC
(Foto: )

Na quinta-feira (25), foi realizada em São Paulo a premiação presencial do 100 Open Startups, que destaca anualmente as startups mais atraentes para o mercado e as empresas líderes mais engajadas com o ecossistema de inovação. Dentre as 100 startups com modelos de negócio escaláveis e inovadores mais promissoras do país, destacaram-se oito catarinenses, das quais três integrantes da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate). Para a construção do ranking, mais de 8,6 mil startups se cadastraram, e foram avaliadas por 15 mil executivos de mais de 2,2 mil empresas com faturamento de R$ 100 milhões ou mais.

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O destaque conquistado pelo ecossistema catarinense reforça o nosso posicionamento enquanto o quarto maior polo de inovação do Brasil, bem como reflete a relevância de todas as ações que a Acate vem executando em seus 33 anos para fortalecer o ecossistema.

Santa Catarina ocupou o quarto lugar em quantidade de startups selecionadas, contando com oito empresas no ranking. Destas, cinco são de Florianópolis e outras três têm sede em Blumenau, Joinville e Chapecó. São elas: TNS Nanotecnologia, Startup Mundi, BYOND, Gofind, Rampfy, Learn Platform AI-Driven, Vibbra!, KEMIA Tratamento de Efluentes. A startup BYOND ficou em terceiro lugar entre as startups de IoT.

São Paulo, por suas dimensões, segue líder nos números absolutos relacionados ao setor de tecnologia, mas o ranking deste ano refletiu um movimento que nós levamos como um lema: a interiorização dos motores econômicos. No estado de São Paulo, 15% das startups do ranking encontram-se em cidades do interior, que não a Capital, e em Santa Catarina nós percebemos e fomentamos o mesmo movimento, contribuindo para a unificação dos polos tecnológicos de todas as regiões do Estado.

Quanto mais acesso e tecnologia tivermos espalhados pelo Estado, maiores nossas chances de prosperar e conquistar espaços de relevância, e outros polos tecnológicos também têm seguido este movimento. Além disso, conseguimos movimentar e valorizar a economia de outras cidades para além da Capital, levando desenvolvimento e qualidade de vida a toda Santa Catarina.

*Daniel Leipnitz é presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate)

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