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Doença contagiosa

Santa Catarina registra quatro casos de sarampo em duas semanas, aponta boletim

Segundo a Dive, nenhum dos pacientes adquiriu a doença no Estado

01/08/2019 - 17h34 - Atualizada em: 01/08/2019 - 20h19

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Redação
Por Redação DC
Vítimas foram identificadas em Florianópolis e Guaramirim
Vítimas foram identificadas em Florianópolis e Guaramirim
(Foto: )

Um boletim divulgado nesta quinta-feira (1º) aponta que quatro pessoas foram identificadas com o vírus do sarampo em Santa Catarina. Conforme os dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), nenhuma das vítimas possuía comprovação vacinal contra a doença. Os casos foram identificados entre os dias 17 e 31 de julho.

Dos quatro casos apontados no boletim, três ainda aguardam os resultados de retestes, para confirmar a infecção pelo vírus que causa a doença. Os exames estão sendo feitos na Fiocruz, que é o laboratório de referência para esses testes no Brasil. Só depois do resultado é que a Dive vai confirmar se essas pessoas tiveram sarampo. Nas análises feitas pelo Laboratório Central (Lacen), a infecção foi identificada nessas pessoas.

De acordo com o boletim, as vítimas adquiriram a doença fora de Santa Catarina. Atualmente, o Brasil vive surtos de sarampo, que começaram com casos importados da Venezuela, em 2017 e já atingem vários estados. Neste ano, a doença foi identificada em pacientes do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Amazonas, Roraima, Pará e São Paulo.

As vítimas são duas mulheres, um menino e um homem adulto. A primeira mulher, de 40 anos, é moradora do município de Alto Paraíso de Goiás, em Goiás. Ela passou por São Paulo, antes de viajar a Florianópolis para uma visita. A outra mulher também não mora em Santa Catarina. Residente em São Paulo, ela também esteve em Florianópolis para visitar a cidade.

Já o menino, de 11 anos, mora em Florianópolis. Conforme o boletim, ele adquiriu a doença durante uma viagem a São Paulo. Por fim, o homem, com 30 anos de idade, é morador de São Paulo e realizou um deslocamento até a cidade de Guaramirim, no Norte de Santa Catarina.

Prevenção

Para evitar que a doença se espalhe, a Dive está realizando uma série de ações, que inclui o isolamento dos pacientes infectados, até o fim do período de contágio, e o bloqueio vacinal de quem pode ter tido contato com as vítimas e não recebeu nenhum tipo de imunização prévia.

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