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    Região Norte

    Secretaria de Educação oferta nova vaga para o menino agredido na saída de uma escola em Mafra

    A transferência do menino foi oferecida após solicitação dos advogados da família

    16/07/2018 - 13h12

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    Por Redação NSC
    (Foto: )

    A Secretaria de Educação ofertou uma nova vaga para o menino que foi agredido na saída de uma escola em Mafra, no Planalto Norte de Santa Catarina. A mãe da criança relatou à polícia que a agressão teria sido motivada por racismo. O Conselho Tutelar da cidade também acompanha o caso. A vaga em outra escola foi oferecida após solicitação dos advogados da família.

    Três advogados irão representar a família neste caso, Francieli Korquievicz Morbini, Valdeci de Oliveira Luy e Jorge Rafael Matos. Eles informaram que a criança está em recuperação em casa e irá receber apoio psicológico. A equipe solicitou a abertura de um processo administrativo disciplinar junto a Secretaria Estadual de Educação, para apurar os fatos que antecederam as agressões físicas, já que a mãe do menino informou aos advogados que tinha procurado a escola em outras oportunidades para relatar sobre o bullying.

    Os advogados da família ainda avaliam a instauração de uma ação na esfera criminal para buscar responsabilização pelos fatos ou eventual negligência/omissão. A mãe ainda relatou aos advogados que em outra situação o filho já teria sido vítima de ameaças com arma branca no ambiente escolar e, que "as agressões sofridas na saída da escola são reflexos de outras situações não enfrentadas".

    Após a solicitação da abertura do processo administrativo, uma nova vaga foi ofertada para o menino em outra escola perto da casa da família.

    — Cumpre destacar que a Secretaria da Educação já alcançou vaga em outro estabelecimento escolar ao infante, atendendo de plano e rapidamente o pedido deste escritório — explica a advogada Francieli.

    * Os nomes e as imagens dos envolvidos, bem como o bairro e nome da escola não foram divulgados, por envolver um menor de idade e para respeitar o que determina o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

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