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    Mobilidade urbana

    Sensores mostram que 89 mil veículos entram na Ilha de SC por dia

    Equipamentos de contagem foram instalados há dois meses em todas as pistas, nas cabeceiras das pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles

    03/07/2019 - 14h36 - Atualizada em: 03/07/2019 - 16h24

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    Clarissa
    Por Clarissa Battistella
    Sensores estão posicionados no asfalto, em todas as pistas
    Sensores estão posicionados no asfalto, em todas as pistas
    (Foto: )

    Entre 6h e 10h da última terça-feira (2) entraram na Ilha de Santa Catarina 22 mil veículos, segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana de Florianópolis. Por dia, o fluxo é de 89 mil automóveis nesse mesmo trajeto. Os transportes são contados por meio de um sistema de sensores instalado há aproximadamente dois meses no asfalto da cabeceira das pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles.

    Esses dispositivos estão em fase de testes, segundo o secretário Michel Mittmann, e foram recebidos de uma empresa do Espírito Santo. O custo unitário é de R$ 650, caso a prefeitura decida adquiri-los. A estimativa de durabilidade é de cinco anos, mas se estende com manutenção, como a troca de bateria.

    O maior volume de tráfego nos últimos 60 dias, desde que os equipamentos passaram a funcionar, foi em 26 de junho, quando os sensores registraram a entrada de 106 mil veículos em Florianópolis.

    — Ao contrário das câmeras instaladas nos semáforos, os sensores contam todos os veículos, de forma estratégica e nos auxiliam com as intervenções que estamos buscando — explica Mittmann.

    As câmeras referidas pelo secretário se encontram em 30 cruzamentos da Capital, mas só permitem o cálculo por agrupamento de todas as faixas, num perímetro de 50 metros, espaço de alcance visual dos equipamentos. O sistema não consegue, portanto, separar a quantidade de tráfego por pista.

    Para as intervenções previstas no plano de mobilidade, que pretendem desafogar os pontos mais congestionados da cidade, os números exatos devem contribuir, dando uma base mais consistente aos estudos e o desenvolvimento dos projetos.

    — Por exemplo, se a gente fizer agora qualquer intervenção na saída da ponte, que é o que se deseja, uma terceira faixa na alça, talvez, se exija a retirada de uma faixa em direção ao túnel. E é aí que os estudos e os números comprovam se é possível isso ou não — justifica.

    *Colaborou Paulo Mueller

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