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Servidores do Instituto de Psiquiatria, de São José, ficam sem refeições pela 2ª vez em menos de um mês

Tem faltado café da manhã, almoço e jantar, além dos funcionários terem dificuldade de encontrar um local próximo para se alimentar

09/10/2019 - 09h15 - Atualizada em: 09/10/2019 - 11h25

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Por Redação NSC
(Foto: )

Não é a primeira vez, em menos de um mês, que os mais de 300 funcionários do Instituto de Psiquiatria (IPQ), localizado em São José, na Grande Florianópolis, e administrado pelo Estado, está sem café da manhã, almoço e jantar para os servidores - o que também afeta as refeições dos pacientes.

O Jornal do Almoço teve acesso ao documento em que a diretoria da instituição informava que até 05 de outubro estaria suspenso o fornecimento de café, almoço e jantar, por problemas de abastecimento dos alimentos, e que a medida iria ser revogada assim que a situação se normalizasse. Porém, até agora, nada mudou.

O Instituto de Psiquiatria do Estado de Santa Catarina atende, além de internações, emergências psiquiátricas 24h.

Não é a primeira vez

Em setembro, o problema era o mesmo e o motivo alegado em outro documento assinado pela diretoria, foi a falta de abastecimento no óleo diesel.

— A caldeira, que faz as panelas da cozinha funcionarem, não pôde ser ligada porque não tinha combustível. E o paciente psiquiátrico já tem uma deficiência em aceitar a alimentação por causa das condições. Porém, se não há uma variedade de comida, a alimentação deles fica precária — relata Wallace Cordeiro, diretor de assuntos jurídicos do SindSaúde/SC.

Dificuldades

Ainda segundo a reportagem da NSC TV, o problema estaria na falta de pagamento para o fornecedor das refeições. Além disso, há outro problema: cada funcionário recebe um vale alimentação de R$ 270,00 como complemento ao salário, mas que não é suficiente para suprir todas as refeições completas. Porém, tem sido difícil encontrar um local para se alimentar, já que o IPQ fica a 11 Km do Centro de São José.

Secretaria de Saúde

A Secretaria de Saúde do município não quis dar entrevista, mas alegou, por meio de nota, que a situação já está sendo resolvida com o fornecedor responsável e que tudo deve ser normalizado ainda nesta semana.

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