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    Sobe para 62 o número de casos confirmados de sarampo em SC

    Maioria de pacientes infectados são de Florianópolis e Joinville

    04/03/2020 - 18h21 - Atualizada em: 04/03/2020 - 18h27

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    Clarissa
    Por Clarissa Battistella
    Vacinação é a forma mais eficiente de evitar a doença
    Vacinação é a forma mais eficiente de evitar a doença
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    Santa Catarina tem 62 casos confirmados de sarampo em menos de dois meses, segundo relatório da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC) divulgado nesta quarta-feira (4). Outros 57 pacientes que apresentaram os sintomas da doença estão em investigação. Os números mantêm a situação de surto ativo no estado.

    A maioria de pacientes contaminados em SC desde 2019 são adultos jovens, com idade entre 20 e 29 anos. Se levar em consideração os números do ano passado, ao menos 160 pessoas infectadas estão dentro desta faixa etária, o que corresponde a 44% do total. Com 98 casos, em segundo lugar na lista da doença, estão os jovens com idade entre 15 e 19 anos.

    A cidade com a situação mais preocupante devido ao número de pacientes confirmados com sarampo continua sendo Florianópolis, com 25 casos, seguida de Joinville, com 18 e Porto União, com seis. Em 15 de fevereiro, no Dia D de vacinação, a Capital catarinense chegou a 11 mil imunizações.

    O sarampo é uma doença respiratória extremamente contagiosa e de rápida transmissão, que pode evoluir com gravidade e cursar complicações como pneumonia e encefalite. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por meio de secreções expelidas ao tossir, espirrar e ao falar.

    Cidades com casos confirmados de sarampo

    Recomendações

    A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), da Secretaria de Estado da Saúde Santa Catarina ressalta que a vacina tríplice viral é a maneira mais eficaz de prevenção contra o sarampo, além de proteger também contra rubéola e caxumba.

    O Ministério da Saúde recomenda a intensificação da vacinação de rotina, conforme Calendário Nacional de Vacinação versão 2020 com uma dose da vacina aos 12 meses e com reforço aos 15 meses; duas doses a partir de 12 meses a 29 anos de idade; e uma dose para a população de 30 a 59 anos de idade; além da dose zero para crianças de seis meses a 11 meses e 29 dias.

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