Um dos sobreviventes da tragédia da Chapecoense, em 2016, se envolveu em um grave acidente de trânsito na madrugada desta terça-feira (2), mas saiu apenas com ferimentos leves. Erwin Tumiri estava em um ônibus que capotou e causou 21 mortes na Bolívia.

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O acidente aconteceu em uma rodovia perto de Ivirgarzama, cidade boliviana no caminho entre Cochabamba e Santa Cruz de La Sierra. Tumiri estava no ônibus, mas sobreviveu ao capotamento.

Familiares do boliviano, que é técnico de tripulação, disseram que ele ficou com lesões no joelho e arranhões nas costas. No entanto, nenhuma lesão foi grave.

– Ele [Erwin] está estável, graças a Deus. Mais uma vez, foi salvo. Eu conversei com ele e ele disse que está bem. É com a força do Senhor, ele sempre cuida de nós e tem seu tempo – disse a irmã do sobrevivente, Lucia Tumiri, em entrevista ao jornal Los Tiempos.

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Em 2016, Erwin Tumiri foi um dos seis sobreviventes na queda do avião da LaMia, que transportava a delegação da Chapecoense para a final da Copa Sul-Americana. Foram 71 mortes na queda do avião.

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O acidente

O avião da LaMia deixou Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com destino a Colômbia. Às 2h58min (de Brasília) do dia 29 de novembro de 2016, a aeronave perdeu altitude, caiu e bateu no Cerro El Gordo (depois rebatizado de Cerro Chapecoense) quando se aproximava do aeroporto José Maria Córdova.

Os sobreviventes

Entre os seis que sobreviveram ao acidente da Chapecoense, três faziam parte do elenco do time, um era jornalista e dois eram da tripulação do voo LMI2933 da LaMia

Alan Ruschel – Voltou a jogar em agosto do ano seguinte. Ergueu a taça de campeão brasileiro da Série B 2020 pela Chape e acertou transferência para o Cruzeiro na atual temporada.​

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Jakson Follman – O goleiro teve a perna direita amputada. Virou embaixador da Chapecoense e exemplo de superação, pela forma que lida com o ocorrido na Colômbia. 

Neto – O zagueiro passou por cirurgias e tentou voltar a jogar futebol em alto nível, mas acabou anunciando a aposentadoria.

Rafael Henzel – Único sobrevivente entre os 20 profissionais de imprensa que sobreviveram, ele retornou ao trabalho meses depois, no começo do ano seguinte. No entanto, em março deste ano, morreu ao sofrer um infarto fulminante enquanto jogava futebol com amigos, em Chapecó.

Erwin Tumiri – técnico da aeronave, o boliviano se afastou dos holofotes. Busca ser piloto comercial de aviões.

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Xemena Suarez – auxiliar de voo, também boliviana, tenta retomar a vida de antes do acidente. Ela é agente de tráfego aéreo no país natal e espera voltar a voar como tripulação.

*Com informações do ge Santa Catarina

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