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    Covid-19

    Socorrista do Samu é afastada por suspeita de coronavírus em Florianópolis

    Servidora teve contato com outras 12 pessoas, entre Samu e Bombeiros antes de seguir para isolamento

    29/04/2020 - 16h28 - Atualizada em: 30/04/2020 - 16h24

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    Clarissa
    Por Clarissa Battistella
    coronavírus e samu
    (Foto: )

    Uma socorrista do Samu em Florianópolis foi afastada do cargo na manhã desta quarta-feira (29) por apresentar sintomas do novo coronavírus. Ela atua na base operacional de Canasvieiras, no Norte da Ilha de SC, que fica junto ao quartel do Corpo de Bombeiros Militar. A informação foi confirmada pelas assessorias dos Bombeiros e do Samu.

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    A servidora de 46 anos teria iniciado com o quadro de tosse ainda no domingo (26), segundo informações extraoficiais, mas relatou a suspeita à sua coordenação no terceiro dia, quando foi afastada. Antes de iniciar o isolamento, no entanto, teve contato com outras 12 pessoas que atuam no quartel. Nenhum dos trabalhadores foi afastado até o fechamento deste texto.

    - Ela apenas apresenta tosse e está bem. Foi afastada mais por precaução, porque o Samu tem esse posicionamento - disse o assessor do Samu, sobre a decisão de afastar a funcionária.

    Sem confirmar o número de servidores que tiveram contato com a socorrista, o Corpo de Bombeiros declarou em nota enviada a imprensa que "as equipes e a situação da servidora seguem em monitoramento pelo Comando do 1º Batalhão de Bombeiros Militar e também a Coordenação do SAMU Municipal".

    Até às 17h desta quarta-feira, nenhum dos trabalhadores que tiveram contato com a servidora, nem a própria socorrista tinham realizado o teste para diagnóstico de Covid-19. O caso, ainda segundo os Bombeiros, seria comunicado à Vigilância Epidemiológica de Florianópolis, para realização de teste PCR, que é conclusivo logo na análise da primeira amostra sobre a presença do vírus.

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    Enquanto o diagnóstico da servidora não tiver resultado, os bombeiros militares do quartel de Canasvieiras continuam em atuação, porém sendo monitorados, conforme determinação explicada na nota da corporação. Caso apresentem algum sintoma, também serão afastados preventivamente por sete dias.

    A reportagem procurou a Secretaria de Saúde do município para relatar sobre seu posicionamento em relação à vacinação, mas não teve retorno.

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