O suspeito de ter matado o ex-jogador de futebol Ivan Fiel da Silva, conhecido como Brasão, e o empresário João Roberto Pereira de Oliveira, de 20 anos, em Tubarão, no Sul catarinense, foi preso no bairro Figueirinha, em Jaguaruna, município vizinho a pouco mais de 40 km de distância do local do crime. Ele foi encontrado horas após o duplo homicídio, ainda nesta sexta-feira (19).
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Conforme a Polícia Civil, foi realizada uma operação em conjunto com as equipes militares de Tubarão para encontrar o suspeito, um homem de 25 anos, que fugiu em uma motocicleta após o ataque com tiros que vitimou Brasão e João Roberto em locais diferentes localizados a uma distância de aproximadamente 500 metros.
Brasão, de 44 anos, foi morto durante a madrugada de sexta-feira no estabelecimento em que ele era proprietário, a Bora Viver B.14. Conforme os bombeiros, ele foi atingido por tiros no tórax e no antebraço, e chegou a ser socorrido, mas morreu ainda no local, na Vila Esperança, em Tubarão.
Poucos minutos depois, João Roberto foi atingido na cabeça e na clavícula em uma conveniência localizada na mesma região. A arma supostamente utilizada nos crimes foi apreendida na cidade de Tubarão.
O suspeito foi levado à sede da Delegacia de Investigação Criminal (DIC) de Tubarão, onde foi preso em flagrante por dois crimes de homicídio qualificado.
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Veja fotos dos clubes por onde Brasão passou
Quem era Brasão
Brasão era conhecido na região e defendeu o Atlético Tubarão em 2022, na Série B do Campeonato Catarinense. Além de clubes catarinenses, ele também passou por times gaúchos, como Pelotas, Brasil de Pelotas e e o pernambucano Santa Cruz.
Nas redes sociais, amigos lamentaram a morte do ex-jogador.
“Grande Brasão, marcou seu nome na história do Santa Cruz! Que Deus lhe receba de braços abertos”, escreveu uma pessoa próxima.
O velório foi realizado ainda na sexta-feira, enquanto o sepultamento deve acontecer na manhã deste sábado.
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Ex-Santa Cruz brincou com morte horas antes
O ex-jogador brincou com a morte nas redes sociais horas antes do crime. Em uma publicação, ele apareceu com uma mulher em um restaurante de comida japonesa e afirmou que seria morto se marcasse o nome dela na postagem.






