O homem de 46 anos investigado pelo feminicídio de Claudete Ramos, de 46 anos, foi preso na noite de sábado (11), em Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul. Ele estava foragido desde abril deste ano, quando a companheira foi morta a facadas dentro da residência onde o casal morava, no bairro Passo dos Fortes, em Chapecó.
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A prisão foi realizada pela Brigada Militar durante patrulhamento na região central da cidade gaúcha. Conforme a corporação, os policiais já tinham informações sobre o possível paradeiro do suspeito e sabiam da existência de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça da Comarca de Chapecó.
Após ser identificado, o homem foi abordado e preso sem oferecer resistência. Em seguida, foi encaminhado à Delegacia de Polícia para os procedimentos legais e, posteriormente, transferido ao Presídio Estadual de Frederico Westphalen, onde permanece à disposição da Justiça.
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O mandado de prisão foi expedido durante a investigação conduzida pela Polícia Civil, que identificou o companheiro da vítima como autor do crime. Desde então, ele era considerado foragido e vinha sendo procurado pelas forças de segurança.
Mulher foi morta pelo companheiro no domingo de Páscoa
O feminicídio aconteceu na noite de 5 de abril de 2026, domingo de Páscoa, em uma residência no bairro Passo dos Fortes, em Chapecó. A Polícia Militar foi acionada após vizinhos perceberem uma movimentação incomum no imóvel.
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Quando chegaram ao local, os policiais encontraram Claudete Ramos caída na sala da casa, já sem vida. A residência apresentava sinais de intensa luta corporal, o que reforçou a hipótese de que a vítima tentou se defender antes de ser morta.
Durante a investigação, testemunhas relataram ter visto o companheiro arrastar Claudete para dentro da residência momentos antes do crime.
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O laudo da Polícia Científica apontou que a mulher foi atingida por 11 golpes de faca. As lesões atingiram principalmente as regiões do tórax e da cabeça. Pelo menos dois dos golpes perfuraram o coração e o pulmão, provocando hemorragia interna e causando a morte.
Com base nas provas reunidas ao longo da investigação, a Polícia Civil identificou o companheiro da vítima como autor do feminicídio e representou pela prisão preventiva, que foi deferida pela Justiça ainda durante as investigações.
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Após o crime, o suspeito fugiu e permaneceu foragido por mais de três meses, até ser localizado e preso no Rio Grande do Sul. Agora, ele responderá ao processo sob custódia da Justiça.

