Terceirizar é compartilhar com o outro além daquilo que é responsabilidade sua. Só por esta definição já fica claro que estamos falando de confiança. Quando quer focar apenas em sua atividade fim, ou deixar de se preocupar com outras demandas que não estejam diretamente ligadas ao negócio, empresas chamadas contratantes recorrem às chamadas prestadoras de serviço.
Continua depois da publicidade
Esta prática não vem de hoje. Logo após a Segunda Guerra Mundial, as empresas bélicas dos Estados Unidos desenvolveram um sistema de parcerias com outras empresas para que elas assumissem demandas que não estivessem diretamente ligadas à produção de armamento. Isso permitiu a estas empresas voltarem todas as suas estruturas para o desenvolvimento da atividade fim.
Há situações em que esta parceria é mais próxima. O trabalho da prestadora de serviço pode estar linkado à atividade fim da empresa contratante. Neste caso, o objetivo é dar celeridade ao processo, compartilhando técnicas e conhecimentos, o que ajuda a alcançar um resultado de melhor qualidade.
De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), esse movimento aumenta a capacidade competitiva, promove aprimoramento técnico por meio do intercâmbio de conhecimento e tecnologia, contribui com a eficiência do processo produtivo e amplia os recursos para a sobrevivência em meio a um mercado cada vez mais concorrido.
Ainda nesta linha, as parcerias produtivas que decorrem da terceirização formam redes de produção desde os níveis mais locais até relações mais amplas, estimulando a atividade econômica, inclusive com a inserção de novas empresas, o que, consequentemente, gera mais emprego.
Continua depois da publicidade

A nova lei da terceirização
A terceirização do trabalho sempre gerou muita polêmica no que diz respeito aos direitos trabalhistas e à precarização do trabalho. Essa discussão aumentou muito a partir da nova lei da Terceirização de 2017. Primeiramente, é importante deixar claro que esta lei não se sobrepõe à lei trabalhista que, mesmo após a reforma atual, garante os direitos do trabalhador terceirizado.
Mas, retomando a nova lei da terceirização, ela garante, por exemplo, que o trabalhador contratado por meio de uma prestadora de serviço tenha os mesmos acessos que os demais funcionários às dependências da empresa contratante. Além disso, deixa claro que se houver algum tipo de irregularidade no contrato entre as empresas, que demonstre uma tentativa de burlar as leis trabalhistas, o contrato é anulado e o trabalhador terceirizado passa a ter vínculo com a empresa contratante.
Sobre a precarização da atividade, há estudiosos que defendem que a informalidade, sim, gera prejuízos neste sentido. Eles entendem que se não houver o respeito à lei trabalhista, o trabalhador e as condições de trabalho podem ser precarizados.

Terceirizar é para quem sabe
Fato é que o trabalho terceirizado deve entregar o mesmo padrão de qualidade daquele que é entregue pelos profissionais da empresa contratante. Isso passa por um acompanhamento por parte da empresa que terceiriza, mas principalmente por uma gestão correta da empresa que presta o serviço.
Continua depois da publicidade
Há 45 anos no mercado, a Ondrepsb tem na sua atividade fim a prestação de serviço. Em constante evolução, a empresa é referência em assumir a administração e a organização nas áreas de segurança, multisserviço (limpeza e conservação), formação profissional e administração prisional. Tudo isso com responsabilidade tanto com o cliente quanto com o colaborador.
Segundo o diretor da empresa, Luiz Ermes Bordin, as equipes são preparadas para desenvolver seus papéis com excelência nas empresas contratantes.
— Preparamos pessoas para desempenhar suas funções com a máxima competência e capacidade para gerenciar adversidades. É todo um trabalho desenvolvido pela Ondrepsb com a experiência de 45 anos no mercado, com atenção às novas tecnologias e estratégias pedagógicas diferenciadas. explicou o diretor.
— Desde o começo nosso empenho esteve centrado nas pessoas, sempre buscando promover o bem estar dos diversos agentes envolvidos nas dinâmicas da terceirização – colaboradores, clientes, fornecedores e público em geral. Reforçou.
Continua depois da publicidade
Com este foco, a empresa cresce e fica mais forte, acumulando competências que a diferenciam em um mercado em constante transformação.
— Estamos preparados para as demandas do tempo presente e do futuro, atentos às oportunidades e capacitados para oferecer sempre as melhores soluções. Concluiu Bordin.
