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"Vamos radicalizar na questão da ministra do Trabalho", diz Carlos Marun

Ministro da Secretaria de Governo participou de reuniões com empresários na Fiesc, em Florianópolis, nesta sexta-feira

26/01/2018 - 13h18

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Por Redação NSC
(Foto: )

Durante a breve fala na reunião da diretoria da Fiesc, nesta sexta-feira, em Florianópolis, o ministro-chefe da Secretaria de Governo Carlos Marun afirmou que o Planalto vai "radicalizar" o discurso envolvendo a suspensão da posse da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) como ministra do Trabalho.

Cristiane foi judicialmente impedida de tomar posse por conta de ser alvo de ações trabalhistas. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) até chegou a reverter as decisões de primeira e segunda instâncias, mas a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, voltou a suspender a nomeação.

— Vamos dar uma radicalizada. Vamos começar a dizer que é um absurdo um juiz de primeira instância se julgar no direito de revogar um ato que é privativo do presidente da República, assim como estabelecido na Constituição — declarou.

Marun também criticou a motivação pela qual a deputada foi impedida de tomar posse:

— Por essa jurisprudência de quem tem ação trabalhista não pode ser ministro do Trabalho, todo empregador brasileiro se torna automaticamente em um cidadão de segunda classe. É o estado de direito que está em disputa.

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