Alckmin anuncia 31 grupos de transição; veja lista

Nomes como Simone Tebet, Márcia Lopes, Tereza Campello e André Quintão fazem parte da equipe de assistência social

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Geraldo Alckmin

(Foto: Nelson Almeida)

O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), assinou na tarde desta terça-feira (8) portaria que institui o gabinete de transição do governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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O documento lista os 31 grupos técnicos que vão debater temas como agricultura, assistência social, cultura, economia, educação, saúde, entre outros:

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  • Agricultura, pecuária e abastecimento;
  • Assistência social;
  • Centro de governo;
  • Cidades;
  • Ciência, tecnologia e inovação;
  • Comunicações;
  • Cultura;
  • Defesa;
  • Desenvolvimento agrário;
  • Desenvolvimento regional;
  • Direitos humanos;
  • Economia;
  • Educação;
  • Esporte;
  • Igualdade racial;
  • Indústria, comércio e serviços;
  • Infraestrutura;
  • Inteligência estratégica;
  • Justiça e segurança pública;
  • Meio ambiente;
  • Minas e energia;
  • Mulheres;
  • Pesca;
  • Planejamento, orçamento e gestão;
  • Povos originários;
  • Previdência social;
  • Relações exteriores;
  • Saúde;
  • Trabalho;
  • Transparência, integridade e controle;
  • Turismo

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O vice-presidente eleito também confirmou os nomes dos quatro coordenadores gerais da transição. Ele próprio, como já havia sido divulgado, será o coordenador-geral do gabinete de transição.

Seu braço direito, o ex-deputado Floriano Pesaro será responsável pela coordenação executiva.
A presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), vai ficar responsável pela coordenação de articulação política. Outro petista, o ex-ministro Aloizio Mercadante vai ficar responsável pela coordenação de grupos técnicos, responsável pela elaboração de programas.

A futura primeira-dama, Janja Silva, vai ficar responsável pela coordenação da organização da posse.
Além das quatro coordenações principais do gabinete de transição, cada grupo de trabalho pode ter até quatro coordenadores.

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Simone Tebet (MDB-MS) é uma das coordenadoras do grupo técnico da assistência social. Além dela, vão liderar esse grupo Márcia Lopes, Tereza Campello e André Quintão.

Tebet terminou em terceiro lugar a disputa presidencial e se tornou peça fundamental para a campanha de Lula no segundo turno.

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O vice eleito também confirmou os coordenadores do grupo técnico da economia: Persio Arida (um dos idealizadores do Plano Real, André Lara Resende (também criador do Plano Real), Nelson Barbosa (ex-ministro do Planejamento e ex-ministro da Fazenda no governo Dilma Rousseff) e Guilherme Mello (professor de economia e coordenador do programa de pós graduação em desenvolvimento econômico da Unicamp).

Alckmin também divulgou na tarde desta terça os nomes que compõem o conselho político do governo de transição. São eles:

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  • Antônio Brito (PSD)
  • Carlos Siqueira (PSB)
  • Daniel Tourinho (Agir)
  • Felipe Espirito Santo (PROS)
  • Gleisi Hoffmann (PT)
  • Guilherme Ítalo (Avante)
  • Jefferson Coriteac (Solidariedade)
  • José Luiz Penna (PV)
  • Juliano Medeiros (PSOL)
  • Luciana Santos (PC do B)
  • Wesley Diógenes (Rede)
  • Wolney Queiroz (PDT)

Alckmin repetiu que os nomes escolhidos para o governo de transição podem não ser nomeados para a gestão de Lula em 2023.

“O presidente Lula deixou claro que a transição, os que vão participar da transição, não têm relação direta com o ministério, com o governo. Podem participar, podem não participar, mas são questões bastante distintas. Esse é um trabalho de 50 dias”, disse Alckmin à imprensa.

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Ele também afirmou que os nomes dos coordenadores dos outros grupos técnicos serão divulgados nos próximos dias.

Alckmin também assinou nesta terça-feira uma portaria para solicitar ao TCU (Tribunal de Contas da União) o compartilhamento de todos os documentos referentes a tomadas de contas e outras apurações e ações de acompanhamento executados pela corte.

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“Esse é um trabalho buscando informação, continuidade, não interrupção de serviços públicos, transparência, regido por lei e pautado no interesse público”, afirmou Alckmin.

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