Dono da JBS teria ido à Venezuela para convencer Maduro a renunciar ao cargo

Empresário tem se posicionado como um elo entre o governo Trump e Maduro, a fim de aliviar as tensões políticas

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Joesley Batista tem se posicionado como um elo entre o governo Trump e Maduro, a fim de aliviar as tensões políticas (Foto: Marcelo Camargo, Agência Brasil, Reprodução)

Joesley Batista tem se posicionado como um elo entre o governo Trump e Maduro, a fim de aliviar as tensões políticas (Foto: Marcelo Camargo, Agência Brasil, Reprodução)

O coproprietário da empresa de alimentos JBS, Joesley Batista, viajou à capital da Venezuela em uma tentativa de persuadir o presidente Nicolás Maduro a atender ao apelo de Donald Trump e renunciar ao cargo. As informações são da agência de notícias Bloomberg.

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De acordo com a agência, Batista tem se posicionado como um elo entre o governo Trump e Maduro, a fim de aliviar as tensões políticas. Por isso, o empresário foi até Caracas em 23 de novembro para convencer o presidente venezuelano e permitir uma transição pacífica de poder.

O encontro ocorreu dias depois do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter feito uma ligação telefônica com o líder do país.

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Ainda segundo a Bloomberg, autoridades do governo de Donald Trump estavam cientes dos planos de Batista de visitar Caracas e reforçar a mensagem do presidente. Entretanto, ele foi por iniciativa própria e não a convite em nome dos Estados Unidos.

Questionada pela agência, a J&F SA, holding da família Batista, afirmou que “Joesley não é representante de nenhum governo”. A Casa Branca não quis comentar.

A viagem, que não foi relatada anteriormente, marca a mais recente tentativa de aliviar as tensões depois que Trump ameaçou ataques terrestres na Venezuela, na esteira de meses de ataques letais contra supostos barcos de tráfico de drogas.

Tensão entre Estados Unidos e Venezuela

Conforme o g1, a visita de Batista se traduz como uma nova tentativa de diminuir a tensão entre os países. Desde agosto, os Estados Unidos mobilizam um forte aparato militar no Caribe, em uma área próxima à costa venezuelana.

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Mais de 20 embarcações que supostamente transportavam drogas foram bombardeadas, deixando mais de 80 mortos. A Casa Branca alega estar conduzindo uma operação contra o narcotráfico internacional.

Por outro lado, autoridades americanas afirmaram sob condição de anonimato que o objetivo final seria retirar Maduro do poder.

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*As informações são da agência Bloomberg e g1.