Trump elogia Lula e detalha telefonema sobre tarifas e sanções: “Gosto dele”

Presidente dos Estados Unidos classificou o telefonema, feito nesta terça-feira (2), como "uma conversa muito boa"

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Reunião entre Trump e Lula na Malásia

Trump e Lula se reuniram na Malásia e iniciaram negociação para fim do tarifaço em outubro (Foto: Ricardo Stuckert, PR, Arquivo NSC)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou o telefonema que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta terça-feira (2), como uma “conversa muito boa”. O chefe de Estado americano ainda afirmou que gosta do presidente do Brasil. Mais cedo, o Palácio do Planalto anunciou que Lula ligou para Trump para conversar por cerca de 40 minutos. Com informações do g1.

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Trump disse que a conversa contou com assuntos como “comércio e sanções”. O Palácio do Planalto afirmou que os presidentes trataram sobre o tarifaço e sobre o combate ao crime organizado.

— Falamos sobre comércio. Falamos sobre sanções porque, como você sabe, eu impus sanções relacionadas a certas coisas que aconteceram. […] Mas tivemos uma conversa muito boa. Eu gosto dele, muito bom. Tivemos algumas boas reuniões, como você sabe, mas hoje tivemos uma conversa muito boa — disse para jornalistas na tarde desta terça.

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Lula ligou para Trump

O governo do Brasil indicou a ligação como “uma conversa muito produtiva” sobre temas da agenda comercial, econômica e de combate ao crime organizado. Lula disse que elogiou a decisão dos Estados Unidos de retirar a tarifa de 40% a alguns produtos brasileiros, incluindo itens como carne, café e frutas.

Entretanto, o presidente do Brasil também teria dito à Trump que ainda há a necessidade de discutir as tarifas impostas a outros produtos, com desejo de “avanço rápido nessas negociações” por parte do Brasil.

Combate ao crime organizado

Outro ponto conversado entre os dois chefes de Estado foi o combate ao crime organizado internacional, segundo o Palácio do Planalto. Na ligação, Lula teria falado sobre a urgência de cooperar com os Estados Unidos.

O presidente do Brasil também destacou as recentes operações realizadas pelo governo federal, “com vistas a asfixiar financeiramente o crime organizado e identificou ramificações que operam a partir do exterior”.