Egídio Ferrari estreia com vitória e se elege deputado estadual: “Indignação virou motivação”

Delegado aponta ter sido perseguido por apontar problemas na estrutura da Polícia Civil e diz que isso o motivou a se candidatar

Compartilhe:

Ele esteve à frente da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Blumenau (Foto: Redes sociais, Reprodução)

O delegado Egídio Ferrari (PTB), de Blumenau, garantiu uma vaga como Deputado Estadual de Santa Catarina. 

Continua após a publicidade

Estreante nas urnas, ele contou ao Santa ter decidido concorrer às Eleições de 2022 após ser alvo de uma “perseguição política” no ano passado, supostamente por apontar falta de efetivo e de estrutura física para a Polícia Civil. 

À época, ele deixou o comando da Divisão de Investigação Criminal (DIC) da cidade e foi transferido para a cidade de Brusque. 

Continua após a publicidade

> Receba notícias de Blumenau e região por WhatsApp

— A indignação virou motivação — afirma. 

Ferrari abraçou a causa animal e ganhou destaque em Santa Catarina encampando no Estado a campanha “Cadeia para Maus-Tratos”. O carinho que conta ter sentido nas ruas, se reverteu no resultado deste domingo (2), com 34.912 votos. São apenas 2 mil a menos do que o ex-prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes (PSD), que chegou aos 36.923 votos. 

Na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), o futuro deputado diz que irá trabalhar com os demais parlamentares da região em prol do Vale Europeu. Disse que o eleitor pode esperar um deputado combativo, com pautas voltadas à segurança pública e ao bem-estar animal. 

Continua após a publicidade

> Saiba tudo sobre a Eleições 2022 em SC

— As pessoas queriam um deputado que falasse sobre esse tema. Vou representar muito bem quem confiou em mim. Quero entregar, dar resposta aos cidadãos.

Continua após a publicidade

Leia também 

De Blumenau, Ismael (PSD) celebra eleição à Câmara dos Deputados: “Gratidão”

Blumenau elege quatro deputados estaduais e dois federais; veja quem são

Continua após a publicidade

Eleitor de Blumenau ressuscita lideranças e ignora influência de Mário Hildebrandt